Sucesso de público com mais de 30 mil visitantes, a mostra gratuita "Rembrandt - O Mestre da Luz e da Sombra" foi prorrogada até 25 de outubro na Caixa Cultural São Paulo. A exposição apresenta 69 gravuras raras do pintor holandês, feitas entre 1629 e 1665 na técnica de água-forte. Emprestado de uma coleção italiana e dividido em três núcleos, o acervo já atraiu mais de 235 mil pessoas no Brasil e pode ser visitado de terça a domingo, das 9h às 18h.
Diante do sucesso de público, a exposição Rembrandt - O Mestre da Luz e da Sombra estendeu o prazo de visitação em São Paulo. Agora, o público tem até o dia 25 de outubro para conferir as 69 gravuras originais do pintor holandês Rembrandt (1606-1669), produzidas entre 1629 e 1665.
A mostra já passou por Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, onde foi vista por mais de 235 mil pessoas. Na capital paulista, situada no complexo Caixa Cultural, na Praça da Sé, já foi vista por mais de 30 mil pessoas em apenas dois meses. Com entrada gratuita, fica aberta de terça a domingo, das 9h às 18h.
A exibição é dividida em três núcleos temáticos: o pessoal, o divino e o humano. Trata-se de uma coleção privada, pertencente a um único dono, mas que desde 2018 está emprestada a uma rede de museus públicos da Itália, sendo administrada pela The Art Co, empresa especializada na gestão de artes famosas. No ano passado, o curador do projeto, o italiano Luca Baroni, disse ao Estadão que trazer as obras para o Brasil só foi possível graças ao envolvimento de patrocinadores, por causa dos altos custos da operação.
Nestas gravuras, Rembrandt usou principalmente a técnica água-forte, que consiste em desenhar, com traçado mais livre, sobre uma placa metálica coberta de tinta, que depois é exposta ao ácido para criar as linhas desejadas.