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Prêmio Oceanos anuncia finalistas de 2026 com Adélia Prado e José Eduardo Agualusa; veja lista

Os vencedores serão anunciados em 11 de dezembro, em cerimônia no Itaú Cultural, em São Paulo

28 out 2026 - 22h30
(atualizado às 22h55)
Resumo
O Prêmio Oceanos divulgou os 12 finalistas de sua edição de 2026, divididos igualmente entre prosa e poesia. Escolhidas entre mais de 3 mil obras, as indicações reúnem autores de Angola, Brasil, Moçambique e Portugal, destacando nomes consagrados como Adélia Prado, José Eduardo Agualusa e Helder Macedo, além de estreantes como Julia Codo. Avaliados por júris internacionais, os vencedores das duas categorias serão revelados no dia 11 de dezembro, em cerimônia no Itaú Cultural, em São Paulo.

O Prêmio Oceanos anunciou os 12 finalistas de sua edição de 2026, que reúne seis livros de prosa e seis de poesia. A seleção inclui escritores consagrados da literatura em língua portuguesa, como a brasileira Adélia Prado, o angolano José Eduardo Agualusa e o português Helder Macedo. As obras foram escolhidas entre 3.086 inscrições de escritores de 13 nacionalidades.

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Os finalistas são de Angola, Brasil, Moçambique e Portugal. A lista foi definida por dois júris internacionais, um dedicado à prosa e outro à poesia. Os vencedores das duas categorias serão anunciados em 11 de dezembro, em cerimônia no Itaú Cultural, em São Paulo.

Na categoria prosa, estão três portugueses, dois brasileiros e um angolano. Entre os selecionados aparece José Eduardo Agualusa, com o romance Tudo Sobre Deus (Tusquets). Também concorrem a brasileira Micheliny Verunschk, com Depois do trovão (Companhia das Letras), e a portuguesa Ana Margarida de Carvalho, com A chuva que lança a areia do Saara (Companhia das Letras Portugal).

A lista inclui ainda a estreia de Julia Codo no romance, com Caderno de ossos (Companhia das Letras), obra que relaciona memória familiar e história brasileira. Completam a seleção o português Rui Nunes, com Não é ainda o pânico (Relógio D'Água), e a também portuguesa Judite Canha Fernandes, com O Mel sem Abelhas (Gradiva).

Na poesia, os finalistas são a brasileira Adélia Prado, com O jardim das oliveiras (Record), e o português Helder Macedo, com Corpos da Memória (Caminho), além de Adriana Lisboa, Nina Rizzi, Edimilson de Almeida Pereira e do moçambicano Pedro Pereira Lopes.

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Júris internacionais

O júri responsável pela seleção dos finalistas de prosa foi formado pelos brasileiros Carola Saavedra e Felipe Munhoz, pelos portugueses José Mário Silva e Sara Figueiredo Costa, pelo moçambicano Álvaro Taruma e pelo angolano João Fernando André.

Na poesia, participaram da primeira etapa a angolana Leopoldina Fekayamãle, o moçambicano Francisco Guita Jr., os brasileiros Fernando Paixão e Natasha Félix e as portuguesas Maria Antónia Oliveira e Maria João Cantinho.

A escolha dos vencedores ficará a cargo de novos júris internacionais. Na prosa, o grupo será composto pelas brasileiras Nara Vidal e Silvana Tavano, pela angolana Ana Paula Tavares e pelos portugueses José Riço Direitinho e Marta Lança.

Na poesia, os responsáveis pela decisão serão o angolano Ondjaki, os brasileiros Ana Maria Vasconcelos, Juliana Krapp e Maria Esther Maciel e a portuguesa Rita Taborda Duarte.

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Veja a lista dos finalistas

PROSA

  • A chuva que lança a areia do Saara, Ana Margarida de Carvalho (Portugal), Companhia das Letras Portugal.
  • Caderno de ossos, Julia Codo (Brasil), Companhia das Letras.
  • Depois do trovão, Micheliny Verunschk (Brasil), Companhia das Letras.
  • Não é ainda o pânico, Rui Nunes (Portugal), Relógio D'Água.
  • O Mel sem Abelhas, Judite Canha Fernandes (Portugal), Gradiva.
  • Tudo Sobre Deus, José Eduardo Agualusa (Angola), Quetzal, em Portugal, e Tusquets, no Brasil.

POESIA

  • Antes de dar nomes ao mundo, Adriana Lisboa (Brasil), Relicário.
  • Corpos da Memória, Helder Macedo (Portugal), Caminho.
  • Diáspora não é lar, Nina Rizzi (Brasil), Pallas.
  • O jardim das oliveiras, Adélia Prado (Brasil), Record.
  • Porte Étoile, Edimilson de Almeida Pereira (Brasil), Cobalto Livros.
  • Tratado das Coisas Sensíveis, Pedro Pereira Lopes (Moçambique), Imprensa Nacional-Casa da Moeda.
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