Após a confirmação do documentário do Rouge, que vai revisitar a formação no reality Popstars, em 2002, o sucesso imediato com hits como "Ragatanga", além das tensões internas e tentativas de retorno ao longo dos anos, Karin Hils voltou a falar sobre o futuro do grupo e manteve o mistério.
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Ainda sem data de lançamento, o documentário do Rouge, produzido pela HBO, contará com a participação de Luciana Andrade, Aline Wirley, Karin Hils e Fantine Thó.
Em entrevista, Karin relembrou o carinho dos fãs e destacou como o público segue fiel ao grupo, acompanhando e apoiando cada integrante. Segundo ela, a ansiedade para assistir ao documentário é geral inclusive dela mesma. A cantora revelou ainda que as gravações foram concluídas recentemente.
Futuro incerto
Questionada sobre a possibilidade de um reencontro ou show comemorativo após o lançamento do projeto, Karin foi direta:
"Amor, como eu sei da minha parte, eu não sei das outras… só Deus sabe o que vai ser do Rouge depois que tudo for à tona."
Ela acrescentou que acredita que o próprio documentário pode trazer respostas inclusive para ela.
Bastidores e fim do grupo
Karin também comentou que, por muito tempo, o público não entendeu os motivos do fim do Rouge. Segundo a cantora, houve um momento em que os conflitos internos se tornaram inevitáveis.
Ela explicou que, com o passar dos anos, foi necessário expor essas questões, já que todas amadureceram, assim como os fãs. "É algo que acontece na indústria", pontuou.
Descubra motivos que afastaram Lissa Martins do documentário do Rouge
Uma pergunta martela na cabeça dos fãs do Rouge desde que a HBO Max anunciou que a integrante Lissa Martins não estará no documentário da girlband: por quê? O POPline descobriu que, na verdade, existem dois motivos.
A primeira causa tem a ver com a morte de JP Mantovani, marido de Lissa, em setembro do ano passado. A produção da série documental estava prevista para o mês seguinte. Fantine Tho, que mora na Holanda, veio ao Brasil em outubro especialmente para isso. Mas Lissa, recém viúva, não estava em condições de participar da reunião do grupo.
Isso já causou certo atrito nos bastidores. O cronograma de filmagens era apertado e a possibilidade de adiamento das diárias implicaria em mais gastos de produção para trazer Fantine ao Brasil novamente e movimentações na agenda de todas as integrantes. Ficou acordado que Fantine, Karin Hils, Aline Wirley e Luciana Andrade dariam início ao trabalho sem Lissa e ela se juntaria ao grupo depois. Mas isso não aconteceu.
Não passou despercebido para o Rouge nem para a produção do documentário, no entanto, que Lissa deu entrevistas para o "POD DELAS" em outubro e para o canal de Mariana Kupfer em dezembro. Mas todos ainda aguardavam a entrevista dela para o documentário.
Divergências criativas quanto à condução do documentário
As gravações seguiram. Lissa ainda tinha tempo para gravar o depoimento dela, nas últimas diárias. Mas a produção precisava da disponibilidade dela para gravar também um reencontro com as demais. Quando Lissa voltou a dar atenção ao projeto, houve divergências criativas quanto ao que já havia sido acordado.
Fontes do POPline próximas ao Rouge contam que Lissa apareceu com ideias novas, que não cabiam mais no projeto, já produzido e às vésperas de finalização das filmagens. Todas as exigências das cinco integrantes foram discutidas antes das assinaturas de contrato. Não depois.
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