Pedro Lanches transforma vulnerabilidade em potência nas primeiras canções de "Pepo"

Em preparação para o novo disco, Pedro Lanches apresenta canções mais vulneráveis e orgânicas em "correntes" e "toda vez que ele sai"

5 ago 2026 - 15h01

"Meus ossos sustentam / um corpo que não quer falar". Os dois versos destacam a subversão enraizada na sonoridade mais crua e composições mais diretas da nova fase da Pedro Lanches, exibida nas faixas "correntes" e "toda vez que ele sai", que transformam um território musical já conhecido em novos desafios a partir de instrumentais orgânicos e menos texturizados.  

Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!

Abrindo caminhos para o segundo disco da discografia, Pepo, e com lançamento previsto nesta sexta-feira (7), as canções se distanciam da proposta do EP Sementes, no sentido de que apresenta uma abordagem mais questionadora das vivências de cada integrante em meio a um shoegaze etéreo e espacial.

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A banda é um dos principais nomes do rock alternativo fora dos eixos Rio de Janeiro e São Paulo, levando a jovialidade para discussões sobre existência, resistência e sentimento.

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