Resumo
O rigoroso inverno de Copenhague serve de combustível para uma efervescente cena musical independente. Longe de seguir uma sonoridade única e padronizada, a capital dinamarquesa se destaca por revelar artistas com postura experimental, que desafiam convenções e misturam diferentes gêneros musicais com total liberdade criativa.
O rigoroso inverno de Copenhague serve de combustível para uma efervescente cena musical independente. Longe de seguir uma sonoridade única e padronizada, a capital dinamarquesa se destaca por revelar artistas com postura experimental, que desafiam convenções e misturam diferentes gêneros musicais com total liberdade criativa.
Quem nunca ouviu falar que o frio faz bem para a criatividade? No norte da Europa, onde o sol de inverno some antes das quatro da tarde e o termômetro passa meses de cara fechada, a música virou praticamente infraestrutura básica. Quando sair de casa é um ato de coragem, a solução é chamar os amigos, abrir umas cervejas e deixar um disco rodando até alguém reclamar do volume, ou do gosto. (haha!)
É nesse caldo que Copenhague foi se formando. E aqui já posso deixar um aviso: não espere um "som de Copenhague", aquele pacote fechado que gravadoras adoram vender.
O que a cidade tem pra oferecer é mais interessante: artistas que compartilham uma postura experimental, independente e sem medos na hora de misturar gêneros.