Jorginho, do Flamengo, nega envolvimento de Chappell Roan em polêmica com sua enteada

Jogador publicou comunicado nas redes sociais, disse que agiu "no calor do momento" e confirmou que a cantora entrou em contato com a família para esclarecer o episódio

13 abr 2026 - 15h23

Três semanas após expor publicamente uma confusão envolvendo sua enteada de 11 anos e um segurança em um hotel de São Paulo, Jorginho voltou às redes sociais para atualizar o caso e mudar o tom. Em um comunicado publicado nesta segunda, 13, nos stories do Instagram, o volante do Flamengo afirmou que Chappell Roan não teve qualquer envolvimento na abordagem à criança e reconheceu que reagiu com base em informações incompletas. "Fiz meu primeiro posicionamento no calor do momento. Reagi como qualquer pai reagiria", escreveu.

Foto: Eston Parker/ISI Photos/ISI Photos via Getty Images/Stephane Cardinale
Foto: Eston Parker/ISI Photos/ISI Photos via Getty Images/Stephane Cardinale
Foto: Corbis/Corbis via Getty Images / Rolling Stone Brasil

O episódio ocorreu em 21 de março, durante o fim de semana do Lollapalooza Brasil 2026. Segundo o relato original de Jorginho, sua enteada Ada — filha de sua esposa, Catherine Harding, com o ator Jude Law — teria passado pela mesa da cantora no café da manhã do hotel apenas para confirmar se era ela, sem abordá-la. Um segurança teria então se aproximado das duas de forma "extremamente agressiva", acusando a criança de desrespeitar e "assediar" a artista. A publicação gerou uma onda de comentários de torcedores do Flamengo no perfil de Chappell Roan no Instagram.

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No comunicado desta segunda, Jorginho afirmou que a cantora se manifestou publicamente, entrou em contato de forma privada com Catherine e que as equipes de ambos os lados também conversaram diretamente. "Ficou claro que ela não tinha conhecimento do que aconteceu no café da manhã e que não havia pedido para ninguém se aproximar delas. Ela demonstrou compreensão e solidariedade com o que aconteceu com a nossa filha", escreveu o jogador.

O próprio segurança envolvido no episódio, o alemão Pascal Duvier — conhecido por ter trabalhado com Kim Kardashian — já havia confirmado publicamente que estava no hotel a serviço de outro artista e que não agiu em nome de Chappell Roan.

"Embora ainda não saibamos o que o motivou a se aproximar delas, e não acreditemos que uma criança de 11 anos tomando café da manhã possa ser vista como qualquer tipo de ameaça à segurança, ficou claro que ele não estava agindo em nome da Chappell. Foi, em última análise, um mal-entendido nesse sentido", afirmou Jorginho.

O jogador também fez questão de se distanciar dos ataques na internet dirigidos à cantora após sua primeira publicação. "Não compactuo com discurso de ódio nem com ataques na internet, de nenhum lado. Respeito, empatia e humildade são valores que carrego e que ensino para a minha família todos os dias."

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Chappell Roan se pronunciou logo após o episódio vir a público, negando envolvimento direto e pedindo desculpas à criança e à mãe. "Eu não pedi ao segurança para ir falar com essa mãe e essa filha. Elas não fizeram nada. Eu não odeio crianças", disse a cantora em vídeo no Instagram.

Jorginho encerrou o comunicado desta segunda declarando o assunto encerrado de sua parte, mas sem deixar de reafirmar que a situação original, como descrita pela família, de fato aconteceu. "Quero deixar claro também que a situação ocorreu conforme foi descrita originalmente. Na época, agimos com base nas informações que tínhamos naquele momento".

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