Família de Celeste Rivas Hernandez quebra o silêncio após D4vd ser acusado de assassinato: 'Tudo o que queremos é justiça'

"Celeste era uma garota linda e forte que amava cantar e dançar", disse a família da adolescente em um comunicado

22 abr 2026 - 07h47

A família de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, divulgou seu primeiro comunicado público após o cantor D4vd ser acusado de homicídio em primeiro grau em conexão com a morte dela.

Foto: Josh Brasted/FimMagic/Getty Images / Rolling Stone Brasil

"Gostaríamos de agradecer ao Departamento de Polícia de Los Angeles e ao Gabinete do Promotor Público pelo trabalho árduo. Também gostaríamos de agradecer às pessoas de Lake Elsinore por todo o apoio", disse a família em um comunicado à ABC. "Celeste era uma garota linda e forte que amava cantar e dançar. Toda sexta-feira à noite era noite de cinema e passávamos momentos maravilhosos juntos", escreveu a família. "Nós a amamos muito e ela sempre nos dizia que nos amava. Sentimos muito a falta dela. Tudo o que queremos é justiça por Celeste."

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aEmbora a família de Rivas tenha estado presente na audiência de D4vd no tribunal na segunda-feira, 20 de abril, e fosse esperado que divulgasse um comunicado por meio do advogado do lado de fora do fórum, a coletiva de imprensa foi cancelada depois.

D4vd foi acusado de homicídio em primeiro grau com circunstâncias especiais no assassinato de Rivas. A acusação pode resultar em pena de prisão perpétua e, se houver condenação, pode tornar o caso elegível para a pena de morte. Além da acusação de homicídio em primeiro grau, o promotor do Condado de Los Angeles, Nathan Hochman, disse que o cantor — cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke — também enfrentaria acusações de atos sexuais com uma pessoa menor de 14 anos e de mutilação dos restos mortais de um corpo. As circunstâncias especiais ligadas à acusação de homicídio em primeiro grau foram: emboscada, assassinato de uma testemunha em uma investigação em andamento e ganho financeiro.

Sobre as circunstâncias especiais ligadas à acusação de homicídio em primeiro grau, Hochman afirmou que Rivas era testemunha em uma investigação em andamento sobre Burke por "atos sexuais lascivos e libidinosos" com uma pessoa menor de 14 anos. Ele acrescentou que a parte de "ganho financeiro" da acusação de homicídio seria "para o sr. Burke manter sua carreira musical muito lucrativa, que Celeste estava ameaçando".

Após a prisão, em 16 de abril, os advogados de Burke divulgaram um comunicado negando que ele fosse um assassino. "Que fique claro: as provas reais neste caso mostrarão que David Burke não assassinou Celeste Rivas Hernandez, e que ele não foi a causa da morte dela", disseram os advogados Blair Berk, Marilyn Bednarski e Regina Peter no comunicado na época, acrescentando: "Vamos defender vigorosamente a inocência de David."

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