Uma semana após a morte de Carlos Filhar, o ex-marido do influenciador, Arthur Borges, recorreu às redes sociais para expressar o luto e falar sobre a ausência deixada.
Em seu relato, ele destacou como a rotina foi impactada pela perda e recordou momentos de convivência marcados por carinho e intimidade.
"Uma semana se passou e o vazio toma conta dos meus dias. Seu toque não faz mais parte da minha rotina e não ouço mais a minha música favorita… a sua gargalhada", escreveu.
Em outro trecho da publicação, Arthur mencionou a dificuldade de enfrentar o momento e reforçou a ligação emocional que tinha com o companheiro. "Rezo noite e dia para que encontre a luz e siga o plano maior em paz. Você é o meu dengo, meu amor, minha vida, minha vidinha, meu carrapatinho, meu fofuxuruxo e meu eterno namorado."
Ele também relembrou uma frase dita durante o relacionamento e destacou a conexão entre os dois. "Você me disse 'só a gente sabe' e eu assino embaixo", afirmou. Ao final, se despediu. "Siga a sua luz, meu amor. Amor, humor e para sempre nós dois. Eu te amo."
A morte de Carlos Filhar foi confirmada no dia 7 de abril por uma amiga próxima, após a divulgação de uma carta de despedida publicada pelo influenciador nas redes sociais horas antes.
No texto, ele descrevia um período de fragilidade emocional e lembrava sua trajetória na criação de conteúdo digital, muitas vezes ao lado de Arthur, com quem também produzia vídeos de humor.
Na mensagem final, Carlos comentou o relacionamento, que havia passado por uma crise após a exposição de uma traição. Ele afirmou ter vivido "os dois melhores anos" de sua vida ao lado do ex-companheiro e pediu que não houvesse julgamentos ou ataques, ressaltando que não guardava ressentimentos.
Busque ajuda
Se você estiver passando por um momento difícil, como o relatado no caso de Carlos Filhar, o Centro de Valorização da Vida (CVV) atende gratuitamente pelo número 188, com apoio emocional e prevenção ao suicídio, 24 horas por dia, todos os dias.
O Núcleo de Saúde Mental do Samu também oferece atendimento a pessoas em sofrimento psíquico, tanto por telefone (192) quanto em atendimentos presenciais.
Além disso, a rede pública de saúde conta com apoio psicológico em Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), unidades básicas de saúde e hospitais.