Último adeus a Renato Machado: Velório será aberto ao público nesta sexta (17)

Saiba os horários e o local da cerimônia para prestar as últimas homenagens a Renato Machado, eterno apresentador do 'Bom Dia Brasil'

17 jul 2026 - 08h55

Os admiradores do bom jornalismo já podem se despedir de um dos maiores ícones da televisão brasileira. O funeral de Renato Machado, que partiu na última quinta-feira (16) aos 83 anos, contará com uma cerimônia totalmente aberta para a visitação do público em geral.

Reprodução/Globo
Reprodução/Globo
Foto: Mais Novela

Detalhes do velório de Renato Machado

De acordo com o cronograma familiar, a despedida acontece nesta sexta-feira (17), no Memorial do Carmo, situado no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Com o intuito de receber os fãs, a administração vai abrir os portões da capela a partir das 11h30.

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Logo após esse período de homenagens, os familiares vão encaminhar o corpo do ex-âncora do Bom Dia Brasil para a cremação. Esse rito final deve acontecer por volta das 14h30, no próprio cemitério. Parentes e o escritor Edney Silvestre, amigo próximo do jornalista, confirmaram essas informações logo no início do dia.

Vale ressaltar que Renato Machado recebia cuidados médicos na Clínica São Vicente, na Gávea, onde os médicos constataram o óbito por insuficiência cardíaca.

Colegas da TV Globo prestam tributo ao 'lorde'

Por causa da grande relevância do comunicador, a notícia gerou uma imediata onda de tristeza por todo o país. Na última noite, por exemplo, o Jornal Nacional encerrou sua transmissão em completo silêncio. Antes disso, o público acompanhou uma grande reportagem produzida por César Tralli sobre a trajetória do famoso.

Durante o tributo, nomes como Renata Vasconcellos, William Bonner, Pedro Bial e Ana Paula Araújo dividiram relatos profundos sobre o amigo. Além disso, eles lembraram que, nos bastidores da emissora, todos chamavam o profissional de o "lorde" das telinhas.

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Uma trajetória brilhante na comunicação brasileira

A carreira do carioca sempre se destacou pela sofisticação e precisão técnica. A caminhada profissional começou ainda no final da década de 1960, quando ele escrevia para as páginas do Jornal do Brasil. Já em 1982, o repórter estreou na tela da TV Globo e cobriu conflitos históricos, como a Guerra das Malvinas.

Além de sua marcante passagem de 15 anos como editor-chefe do Bom Dia Brasil, ele acumulou trabalhos memoráveis como correspondente em Londres. Da mesma forma, ele comandou coberturas marcantes, como o acidente de Chernobyl.

Seu profissionalismo também ganhou destaque global em 2016, época em que recebeu uma indicação ao Emmy Internacional pelo documentário "A Arte Como Passaporte", veiculado no Globo Repórter. O apresentador era casado com Mônica Morel, pai de Maria Eduarda Machado e avô da pequena Serena.

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