Mais de 14 anos depois de um dos crimes que mais impactaram o noticiário, a história de Elize Matsunaga voltou à tona com o lançamento de "Elize: Sombras de uma Mulher", novo filme original da Netflix que estreou nesta quarta-feira (22). Com Lorena Comparato no papel principal, a produção acompanha a trajetória da condenada pelo assassinato do empresário Marcos Matsunaga, morto em 2012.
Vale destacar que embora seja inspirado em um caso real, o longa não pretende reproduzir todos os acontecimentos conhecidos da investigação. Pelo contrário: desde a divulgação do projeto, seus criadores deixaram claro que a proposta era construir uma narrativa ficcional baseada nos fatos públicos.
Laudo do IML citado na época do crime ficou fora do filme
Um dos pontos polêmicos foi destacado pelo Metrópoles. Segundo o portal, o filme não aborda uma informação atribuída ao laudo do Instituto Médico Legal (IML), divulgada durante a cobertura do caso em 2012.
De acordo com o noticiário da época, o documento apontava que Marcos Matsunaga ainda apresentava sinais vitais quando teve início o corte na região do pescoço. Ainda conforme essas informações, a causa da morte não teria sido apenas o disparo na cabeça, mas também uma asfixia provocada pela aspiração de sangue durante a decapitação.
O episódio, considerado um dos aspectos mais chocantes do processo criminal, não é retratado em "Elize: Sombras de uma Mulher".
Outra ausência envolve ligação feita por Elize semanas antes do crime
Outra situação conhe...
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