Pai de Meghan Markle é detido na Flórida após investigação internacional

Thomas Markle, pai de Meghan Markle, é preso nos EUA por suspeita de posse de material de abuso infantil

6 nov 2026 - 14h07
Resumo
Thomas Markle, pai da duquesa Meghan Markle, foi detido na Flórida durante uma investigação internacional sobre suposta posse de material de abuso sexual infantil. A operação envolve autoridades dos Estados Unidos, México e Filipinas, além do apoio do FBI na perícia de computadores e mídias apreendidas atribuídas a ele. O caso segue sob apuração para esclarecer a relação do suspeito com os arquivos ilegais, sem que haja condenação até o momento.

Thomas Markle foi detido nesta sexta-feira (6/11), na Flórida, nos Estados Unidos, em meio a uma investigação internacional sobre a suposta posse de material de abuso sexual infantil. O homem, de 82 anos, é pai da duquesa Meghan Markle e, segundo informações publicadas pelo jornal britânico The Sun, passou a ser suspeito após autoridades identificarem arquivos considerados explícitos em dispositivos digitais atribuídos a ele. Agentes federais foram até a residência de Thomas, em Tampa, e o conduziram algemado às autoridades. Durante a operação, ele teria sido levado inicialmente a uma ambulância.

Pai de Meghan Markle é detido na Flórida após investigação internacional
Pai de Meghan Markle é detido na Flórida após investigação internacional
Foto: Mais Novela

Investigação envolve apreensões em diferentes países

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As apurações também tiveram desdobramentos no México e nas Filipinas. De acordo com o The Sun, policiais filipinos encontraram conteúdos relacionados a abuso e exploração sexual infantil em equipamentos supostamente pertencentes ao pai de Meghan. Antes disso, agentes realizaram buscas em um apartamento de Thomas Markle em Rosarito, no México, onde foram recolhidos computadores, fitas de vídeo, revistas e dispositivos USB. O FBI, órgão federal de investigação dos Estados Unidos, passou a colaborar com as autoridades filipinas na análise do material apreendido.

O major-general Wilson Asueta, diretor interino da Divisão de Investigação e Gestão de Detetives da Polícia Nacional das Filipinas, confirmou ao tabloide britânico detalhes sobre os arquivos identificados durante o trabalho policial. Em entrevista, ele afirmou: "São vídeos de menores do sexo masculino e feminino, outros não menores praticando atividades sexuais e, claro, material explícito". A declaração foi divulgada pelo veículo como parte da cobertura sobre o andamento das diligências.

Autoridades analisam equipamentos apreendidos

Ainda conforme a publicação, a polícia filipina conseguiu, em 29 de outubro, um mandado judicial que autorizou o exame de dispositivos digitais e discos rígidos. O objetivo é verificar o conteúdo armazenado nos equipamentos e reunir elementos para a investigação. O jornal também informou que o FBI auxilia os investigadores na cidade de Cebu. Até o momento, as informações divulgadas apontam para suspeitas e procedimentos investigativos, sem que isso represente uma condenação. A apuração deverá esclarecer a origem dos arquivos, sua relação com o investigado e as circunstâncias em que foram encontrados.

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