Acabou. De novo. Surpresa? Nenhuma. Rompimento definitivo? Marketing manjado? Reconciliação à vista? Logo o tempo responderá.
O namoro ioiô de Virgínia Fonseca e Vini Jr. desperta atenção por serem famosos, milionários e polêmicos. Apenas isso.
Ninguém vê ali o fogo da paixão e o romantismo explícito dos clássicos relacionamentos entre celebridades.
Para a imprensa e as redes sociais, o romance rende audiência e monetização. Ganha destaque nessa fase de extrema pobreza de notícias interessantes.
Mas vamos analisar o novo término. Se não houve briga, como afirmam as assessorias de ambos, qual a razão para o fim?
Talvez a distância. Virgínia entre São Paulo e Goiânia, Vini em Madrid. No começo, as videochamadas são suficientes.
Mas, com o tempo, falta a presença. Nenhuma tela substitui a sensação da pele arrepiar com o toque da pessoa desejada.
A superexposição também atrapalha. Todo dia uma fofoca diferente sobre o namoro. Algumas mentiras irritam. Outras, mais graves, abalam a saúde mental.
Há ainda o individualismo. São dois artistas em suas áreas, curvados ao ego e à vaidade. Além disso, eles já têm tudo: um não precisa do outro para nada.
Diferentemente de um casal comum que cultiva planos juntos e sente a necessidade de permanecer unido para vencer na vida.
Por fim, a torcida contra. É numerosa, barulhenta, destrutiva. Baseada na inveja, obviamente. Deseja-se que Virgínia e Vini sejam infelizes, percam tudo. Como ousam ser tão famosos, ricos e livres?
Não é preciso ser um especialista em relacionamentos para saber que um casal, seja conhecido ou anônimo, precisa de privacidade, discrição e paciência para dar certo.
Tudo o que a grande influenciadora e o renomado jogador de futebol parecem não ter.