LUTO! Celebridades lamentam após morte de famoso ser confirmada: 'Segue em paz'

Morte de famoso foi confirmada nesta terça-feira (22); familiares, fãs e amigos prestaram suas últimas homenagens nas redes sociais

22 set 2026 - 12h28
Resumo
O jornalista e escritor Zuenir Ventura, membro da Academia Brasileira de Letras e autor de obras seminais como "1968 — O ano que não terminou", faleceu aos 95 anos, após sete décadas de carreira de destaque na imprensa e literatura. Sua morte gerou grande comoção nacional, motivando homenagens públicas da ABL, por meio do presidente Merval Pereira, e de diversas personalidades da cultura e do jornalismo brasileiro, como Fernanda Torres e Leilane Neubarth, que exaltaram seu legado genial e humano.

O jornalismo e a literatura brasileira perderam um de seus grandes nomes nesta terça-feira (22). Zuenir Ventura, dono de uma trajetória brilhante que se estendeu por cerca de sete décadas, faleceu aos 95 anos. A partida do famoso, que ocupava a Cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), mobilizou rapidamente grandes nomes da imprensa, que usaram as redes sociais para prestar suas últimas homenagens.

Reprodução/GloboNews
Reprodução/GloboNews
Foto: Mais Novela

Entre os registros emocionados, a atriz Fernanda Torres compartilhou uma lembrança ao lado do mestre e expressou seu pesar. "Foto que a Andréia Sadi tirou de mim, ao lado do grande Moreno e deste homem imenso chamado Zuenir. Meu amor e meus sentimentos para a Mary e toda a família", escreveu a artista ao publicar o clique comemorativo.

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Além disso, a jornalista Leilane Neubarth também externou sua dor diante da perda do colega de profissão. "Mestre Zu, tão amado, segue em paz e na luz!", lamentou a comunicadora.

A trajetória de Zuenir Ventura

Por meio de seus canais oficiais, a Academia Brasileira de Letras também emitiu um comunicado solene relembrando a imensurável contribuição do escritor para o país. Na avaliação do atual presidente da instituição, Merval Pereira, a figura de Zuenir Ventura exercia um fascínio singular dentro da redação e fora dela.

"Era o jornalista que todos queríamos ser. Era nosso espelho. Culto, generoso, era repórter e comentarista, editor e redator, chefe e orientador, intelectual e popular, professor e aluno. Tinha um senso de humor refinado, o melhor exemplo é o banho de tinta marrom que deu num desafeto. É autor de dois livros seminais: "1968 — O ano que não terminou" e " Cidade partida". Poucos atingem o cume, ele foi um desses", destacou o dirigente ao exaltar a genialidade do autor e suas publicações fundamentais para a compreensão da história nacional.

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