Luisa Marilac transmitiu ao vivo na internet sua desistência de viajar em um ônibus de São Paulo para Jales, no interior do Estado, para encontrar uma amiga.
A influenciadora relatou uma série de dificuldades, a começar pelo que classificou como falta de informações sobre o local do embarque.
Ela acreditava que seria em uma rodoviária ou uma estação, mas o embarque aconteceu em um ponto de rua em frente a um shopping.
Esse modelo de embarque é adotado por algumas empresas que operam por meio de plataformas digitais de intermediação entre passageiros e empresas de turismo.
Marilac afirmou que seu bilhete era de poltrona leito, com reclinação ampla. Tinha a expectativa de ir deitada e dormindo.
Ela disse ainda que esperava que o assento fosse em fileira única, sem outro ao lado, como ocorre em alguns ônibus da categoria ‘executivo’.
Mas, segundo a influenciadora, o veículo em que entrou não oferecia esse nível de conforto.
Na gravação, Marilac afirma que o motorista avisou que a viagem poderia eventualmente ser interrompida em uma blitz policial por questões relacionadas à licença da plataforma que negocia as passagens.
Por fim, dizendo-se insegura, ela desistiu da viagem, desceu do veículo e avisou que iria solicitar o reembolso.
Neste momento, um funcionário da empresa perguntou seu nome e a chamou de “chefe”. “Fui tirada de masculino”, reclamou.
Marilac reagiu com indignação. No vídeo, ela aparece com a mão trêmula enquanto relata a situação.
(O espaço da coluna está aberto para a manifestação da empresa, que não teve o seu nome identificado no texto.)