Li Martins decidiu colocar um ponto final nos rumores sobre sua relação com o Rouge. Nesta quarta-feira (29), a cantora aproveitou uma caixinha de perguntas aberta em seu perfil no Instagram para responder diretamente aos seguidores e esclarecer especulações de que teria sentimentos negativos em relação ao grupo que marcou o início de sua carreira artística.
A dúvida surgiu quando um internauta perguntou se o suposto "ódio" que ela sentiria pela banda já havia passado. Diante da repercussão frequente do assunto, Lissa resolveu responder de forma detalhada e afirmou que nunca alimentou qualquer tipo de ressentimento pelas colegas ou pela história do Rouge.
"Gente, eu vou responder essa pergunta aqui, não porque acho que essa pessoa merece, mas porque recebo muitas perguntas relacionadas ao Rouge. Então, por vocês, eu vou responder aqui, que é o seguinte: eu não tenho ódio, eu nunca tive nenhum tipo de sentimento ruim como esse pelo Rouge, muito pelo contrário. Eu nunca dei nem motivo para que as pessoas falassem algo desse tipo", iniciou.
Durante o desabafo, a cantora ressaltou que sempre fez questão de tratar sua passagem pelo grupo com respeito e carinho. Segundo ela, em todas as entrevistas, participações em programas de televisão e podcasts, sua postura sempre foi de reconhecimento pela importância que o Rouge teve em sua vida pessoal e profissional.
Lissa afirmou que sente orgulho de tudo o que viveu ao lado das ex-companheiras e destacou que a trajetória da banda também faz parte de sua própria história.
"E eu honro essa história. Afinal de contas, eu fiz parte dessa história, eu ajudei a escrever essa história, e essa história faz parte da minha história de vida. E eu sempre vou ter muito orgulho, muita gratidão, porque essa foi uma história linda", declarou.
Ao finalizar a resposta, a artista voltou a reforçar que jamais teve o sentimento citado pelo seguidor e disse que continuará lembrando da trajetória do Rouge com gratidão e afeto.
Apesar da declaração de Lissa, a história do grupo foi marcada por diferentes desentendimentos ao longo dos anos. As próprias integrantes já comentaram publicamente que a convivência nem sempre foi simples. Aline Wirley, por exemplo, afirmou em entrevistas que, embora exista um forte vínculo construído pela trajetória compartilhada, isso não significa que todas sempre tenham mantido relações de amizade próximas.
Fantine Thó também já falou sobre dificuldades que enfrentou na convivência com Lu Andrade, enquanto outras integrantes reconheceram que trabalhar juntas fazia ressurgir conflitos que nem sempre existiam fora do ambiente profissional. Ainda assim, Aline destacou que o elo criado pelo Rouge permanece importante e revelou que todas se uniram para apoiar Lissa em um dos momentos mais delicados de sua vida, após a morte de seu marido, JP Mantovani.
A trajetória do quinteto também voltará aos holofotes por meio de uma série documental produzida para a HBO Max. A produção reunirá depoimentos de Aline Wirley, Karin Hils, Lu Andrade e Fantine Thó para relembrar os bastidores do fenômeno musical que marcou os anos 2000.
Lissa também foi convidada para participar do projeto desde o início. No entanto, conforme informou anteriormente o portal LeoDias, citando fontes ligadas à produção, as gravações começaram pouco tempo após a morte de JP Mantovani. Na ocasião, a cantora ainda enfrentava o processo de luto e não teria se sentido emocionalmente preparada para reencontrar as antigas colegas.
Com o andamento das gravações, novas divergências relacionadas a mudanças no projeto teriam dificultado sua participação na série. Já a HBO informou oficialmente que o convite foi estendido às cinco integrantes do Rouge, reforçando que todas tiveram a oportunidade de integrar o documentário.
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