O faturamento da WePink, marca de cosméticos e perfumaria que tem Virginia Fonseca como uma das sócias, tem sido questionado. Em um vídeo de grande repercussão nas redes sociais, Lásaro do Carmo Jr., ex-presidente da Jequiti, questiona a capacidade da marca de ganhar essa quantia.
- Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra
"Bater R$ 1 bilhão com uma máquina de venda uma vez pode ter acontecido, mas ter R$ 1 bilhão consistente de faturamento no mercado hoje, sem fábrica própria e com grande parte do portfólio sendo maquiagem e perfumaria. Sei onde ela produz maquiagem, essa empresa não tem capacidade para fazer R$ 200 milhões", disse o empresário em entrevista ao videocast Made in Brazil.
Lásaro ainda argumentou que, segundo o que Virginia Fonseca e os sócios mostram nas redes sociais de linhas de montagem e de quantidade de pessoas trabalhando para eles, a WePink não teria tamanho para se manter na marca de R$ 1 bilhão faturado.
"Uma empresa para bater R$ 1 bilhão tem que ter pelo menos 1,5 mil pessoas trabalhando para ela, por mais que tenha tecnologia, vai ter que ter mil pessoas lá dentro por causa de máquina, operação logística e o escambau."
"O que eu duvido é que mantenha consistência no faturamento com a estrutura que diz ter, mas não conheço a pessoa e não estou lá dentro. Falo o que sinto pelo meu feeling de experiência. Para comprovar isso, preciso ver o balanço", concluiu o empresário.
Virginia Fonseca já falou publicamente sobre o faturamento da WePink. Em entrevista ao Portal Leo Dias em fevereiro deste ano, a influenciadora abriu os números de 2025 e disse que gostaria de faturar ainda mais em 2026.
"Ano passado foi R$ 1,3 bilhão, mas esse ano ainda não falei de faturamento. Mas pretendo que seja mais [do que em 2025]. A gente está com mais de 250 quiosques e este ano vamos expandir muito mais", declarou ela.