A modelo e influenciadora Larissa Riquelme afirmou ter sido uma das milhões de pessoas afetadas pela crise do Ueno Bank, o principal banco digital do Paraguai. A instituição teve as operações suspensas na última segunda-feira, 2, o que prejudicou correntistas e investidores.
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Larissa, que teve dinheiro e uma aplicação de renda fixa bloqueados no banco, trabalhava na VMedia, empresa de comunicação do mesmo grupo que controlava o Ueno Bank. Após ter sido flagrada em uma unidade policial no Paraguai, onde estavam os banqueiros detidos da instituição, ela se pronunciou nas redes sociais a respeito do motivo da visita e alegou que estava no local para “buscar informações”.
“Quero esclarecer com firmeza: não pedi para entrar na Agrupación Especializada, nem fui visitar os detidos. Fui buscar informações, fazer as consultas necessárias e prestar apoio e solidariedade aos meus colegas da VMedia”, escreveu no X.
“Por favor, não distorçam as imagens nem deturpem o motivo da minha presença. Fizemos parte da VMedia e, assim como tantas outras pessoas, também confiamos no Ueno. Hoje, precisamos de respostas”, acrescentou.
A musa da Copa do Mundo de 2010 diz estar sem dormir e sem comer, e afirmou que possui dinheiro investido no banco. Ao final do comunicado, Larissa pediu para que as pessoas verificassem as informações antes de publicar algo sobre as imagens na unidade policial.
“Nossa dor não é um espetáculo, nem motivo de zombaria. Por trás dessas imagens, há pessoas e famílias que merecem respeito. Antes de publicar, verifiquem as informações. Informar exige responsabilidade e humanidade. Aliás, MEU DINHEIRO ESTÁ INVESTIDO!”, finalizou.