Vista na Globo em ‘Aquele Beijo’, ‘Negócio da China’ e ‘Brasil a Bordo’, a atriz portuguesa Maria Vieira foi desconvidada a atuar em ‘Travessia’, em 2022, por não ter tomado a vacina da covid.
Ela é ativista do partido Chega!, considerado nacionalista, conservador e anti-imigração.
Em entrevista ao ‘The Leite Show’, em Lisboa, a artista disse que “esquerdistas não são bons da cabeça”. “Sofrem doença mental”.
Ironicamente, sua única filha, Catarina, é progressista. “Uma comunista”, ironizou Maria.
A artista também polemizou ao comentar a respeito de pessoas LGBTs. “Eles nunca vão ser felizes”, afirmou.
“Homossexualidade é uma doença mental. A transexualidade também vai por aí. Não é natural, desculpe”, disse. “Mas tenho de aceitar, como é óbvio.”
Contou ter trabalhado com muitos gays ao longo da carreira. “Sempre os respeitei. Mas não aceito, de maneira nenhuma, a propaganda que fazem.”
O âncora, Flavio Furtado, a questionou sobre o que faria sua filha fosse lésbica. “Tenho de aceitar, mas há uma coisa que eu nunca deixaria que minha filha fizesse: cortar os peitos. Nunca deixaria que se mutilasse. Não podem fazer isso.”
Apesar do posicionamento radical, ela afirma ser amiga há mais de 40 anos de um casal gay e contou se dar bem com vizinhos homossexuais. “Não põem a bandeira LGBT na janela.”
No fim do programa, o apresentador, gay declarado, fez uma provocação e os dois deram um selinho. “Agora foi uma espécie de show lésbico”, brincou o anfitrião.
Maria Vieira assumiu publicamente ser de direita ao festejar a primeira eleição de Donald Trump para a Casa Branca, quando estava no Brasil trabalhando na Globo. Desde então, parou de receber convites para papéis na TV portuguesa e agora se dedica integralmente ao ativismo político.