Marcelo Sangalo voltou a movimentar as redes sociais com mais uma atitude considerada por muitos como "gente como a gente". O primogênito de Ivete Sangalo e Daniel Cady chamou atenção ao anunciar, de forma descontraída, a venda de um ingresso para o Camarote Salvador, um dos espaços mais disputados do Carnaval baiano. A postagem surgiu de maneira simples nas notas do Instagram e rapidamente ganhou grande repercussão entre fãs. "Vendo Salvador", escreveu Marcelo, em uma mensagem curta que gerou risadas e comentários imediatos entre os seguidores. Assim, o registro passou a circular amplamente nas redes, reacendendo o interesse do público pela espontaneidade do jovem, que já havia viralizado anos atrás ao tentar vender um videogame pela internet.
O episódio foi amplificado após ser compartilhado pela página Língua Solta, que publicou: "Gente como a gente. Marcelo Sangalo ataca de 'cambista' através do Instagram e aparece vendendo camarote". Diante da repercussão, Marcelo respondeu de forma bem-humorada: "Era do meu amigo, 'véi' (risos)". Apesar do tom leve, a publicação também gerou críticas, já que alguns internautas interpretaram a atitude como tentativa de revenda indevida. Enquanto parte do público considerou a situação divertida e natural, outros questionaram a exposição do adolescente e o uso das redes para comercializar ingressos.
O debate cresceu rapidamente, transformando o episódio em mais um momento viral envolvendo o filho da cantora. Com o aumento dos comentários, a situação ganhou novos contornos e se tornou tema recorrente em perfis de entretenimento, evidenciando como ações simples podem ganhar grande dimensão online. Ainda assim, muitos seguidores defenderam Marcelo, ressaltando que ele costuma agir de forma espontânea e sem intenção de causar polêmica, o que contribui para sua imagem próxima do público.
Mas afinal, ele estava mesmo vendendo o ingresso?
Após a repercussão, Marcelo decidiu esclarecer a situação em seus stories, reforçando que não se tratava de um ingresso próprio. "Eu não vendi nenhum ingresso meu. Era de um amigo que me pediu só para compartilhar, para ver se alguém comprava", explicou. Dessa forma, ele destacou que apenas ajudou um conhecido a encontrar comprador, sem participação direta na negociação. O caso reacendeu discussões sobre a exposição de jovens nas redes e sobre como pequenas publicações podem ganhar interpretações variadas quando se tornam virais. Além disso, relembrou episódios anteriores em que Marcelo chamou atenção por atitudes espontâneas, como quando tentou vender um videogame para comprar uma prancha de surf, gerando identificação e comentários bem-humorados do público.