Equipe de Virginia e Zé Felipe se manifesta após notificação do Conselho Tutelar sobre Maria Alice

Após Zé Felipe criticar publicamente a falta de rotina dos filhos, Conselho Tutelar abre investigação sobre vida escolar de Maria Alice; assessoria cita sigilo de justiça

8 abr 2026 - 15h27

A equipe de Virginia Fonseca e Zé Felipe quebrou o silêncio nesta quarta-feira (8) sobre a polêmica envolvendo o Conselho Tutelar de Goiânia. A instituição notificou a escola de Maria Alice, de 4 anos, filha mais velha do ex-casal, após denúncias anônimas sobre o excesso de faltas escolares da criança devido a viagens constantes.

Saiba o que a legislação exige de Virginia e Zé Felipe sobre a escola das filhas
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Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Nota oficial: Sigilo e proteção à menor de idade

Em comunicado enviado à imprensa, a assessoria dos artistas explicou que não entrará em detalhes sobre o processo, ressaltando que questões envolvendo crianças são protegidas por lei.

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"Questões legais que envolvem menores de idade são, por determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), tratados sob sigilo (segredo de justiça)", informou a nota.

A equipe reforçou que tanto Virginia quanto Zé Felipe estão colaborando com as investigações: "Diante disso, Zé Felipe e Virginia não irão se manifestar sobre o tema, permanecendo, contudo, à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos necessários."

Entenda a polêmica: Críticas de Zé Felipe à rotina dos filhos

A investigação teve início após declarações públicas do próprio cantor Zé Felipe. Em um desabafo recente nas redes sociais, ele demonstrou insatisfação com a quebra da rotina escolar dos herdeiros: Maria Alice, Maria Flor, 3, e José Leonardo, 1.

"Tô numa saudade dos meus filhos hoje. Daqui sete dias a gente vai estar juntinho e aí acabou. Acabou esse negócio de viajar. Sem Copa do Mundo, sem viagem. É estudar, estudar, rotina", disparou o artista há cerca de uma semana.

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Zé Felipe ainda enfatizou que não pretende mais permitir que as crianças fiquem longos períodos fora da escola: "'Ai, tive que viajar, vou levar professor'. Leva, quatro dias de viagem no máximo, depois volta pra rotina de novo. E é assim. Esse negócio de ficar quebrando rotina acabou. Assim vai ser", finalizou.

Conselho Tutelar apura faltas escolares em Goiânia

O Conselho Tutelar da Região Leste de Goiânia confirmou que apenas o caso de Maria Alice está sendo apurado. Isso ocorre porque o Ministério da Educação (MEC) estabelece a educação obrigatória a partir dos 4 anos.

James da Silva Barbosa, conselheiro presidente da instituição, esclareceu à revista Quem que o objetivo é averiguar o volume de faltas e se houve justificativa adequada por parte dos pais. O caso segue em segredo de justiça para preservar a integridade da criança.

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