Deborah Secco repudiou comentários machistas e de teor sexual feitos sobre ela em conversas vazadas entre Daniel Vorcaro e o ex-diretor do Grupo Globo, Frederic Kachar, apreendidas pela Polícia Federal. A atriz negou qualquer relação pessoal com Vorcaro e afirmou que seu contato com Kachar era estritamente profissional. Sabrina Sato também criticou os diálogos depreciativos. Após a divulgação das mensagens, que revelaram uma conduta inadequada com um anunciante, Kachar foi demitido da emissora.
Deborah Secco se manifestou nesta quinta-feira (15 de outubro) após a divulgação de conversas entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar, ex-executivo do Grupo Globo. As mensagens, apreendidas pela Polícia Federal, continham comentários sobre a atriz e outras artistas. Deborah repudiou as falas e as classificou como machistas, desrespeitosas e irresponsáveis.
Em nota enviada ao jornalista Gabriel Vaquer, da coluna Outro Canal, a assessoria de Deborah negou qualquer relação pessoal com Vorcaro. A atriz afirmou que nunca conheceu o ex-banqueiro pessoalmente. No mesmo comunicado, a equipe explicou como ocorreram os contatos com Kachar.
"A relação com Fred Kachar sempre foi estritamente profissional, houve encontros em trabalhos, onde foram fotografados, sem qualquer vínculo".
Os diálogos mencionam o Baile da Vogue de 2024, evento que reuniu artistas e convidados. A assessoria contestou publicações que sugeriam a presença de Deborah e outras mulheres em uma festa com os dois homens. Conforme o comunicado, Vorcaro sequer esteve no baile. A equipe da atriz também se posicionou sobre a repercussão dessas informações.
"É inadmissível expor a imagem e a reputação de uma mulher com base em uma narrativa que não corresponde à sua realidade".
Nas mensagens, Kachar fez comentários de teor sexual sobre Deborah, Sabrina Sato e Monique Alfradique. Vorcaro também fez uma observação depreciativa sobre a aparência de Deborah. Sabrina repudiou as conversas e esclareceu, por meio de sua equipe, que ela e Deborah estavam trabalhando durante o evento mencionado.
Após a divulgação das conversas, Frederic Kachar foi demitido pelo Grupo Globo. Ele comandava operações dos jornais O Globo, Extra e Valor, além de revistas e emissoras de rádio. Ao anunciar a saída, a empresa atribuiu a decisão a uma relação inadequada do executivo com um anunciante, revelada pelas mensagens. Sob sua responsabilidade também estavam Vogue, Marie Claire e a rádio CBN.