O termo "superdotado" é controverso na comunidade científica. Neurocientistas e psicólogos defendem que apenas crianças com um quociente de inteligência (QI) acima da média são consideradas superdotadas, de acordo com a Escala de Inteligência Stanford-Binet, desenvolvida pelo psicólogo Lewis Terman, que mede a inteligência e a capacidade cognitiva por meio de diversos fatores.
Segundo essa definição, uma criança superdotada é aquela que obtém uma pontuação superior a 180 em um teste de QI, e aquelas que obtêm pontuação acima de 130 possuem altas capacidades intelectuais.
De acordo com a Dra. Esther Martínez, pediatra, apenas 1 em cada 100 crianças é superdotada, e apenas uma em um milhão obtém uma pontuação superior a 180 em um teste de QI. No entanto, psicólogos educacionais e treinadores esportivos, para citar alguns exemplos, afirmam que crianças com altas habilidades em diversas áreas também são consideradas superdotadas.
Se considerarmos a definição mais difundida, a primeira, crianças com alta capacidade intelectual se destacam das demais por serem capazes de assimilar conhecimento rapidamente. Mas essa não é sua única característica distintiva.
Elas são curiosas, ativas, observadoras, perfeccionistas e independentes, mas há um comportamento ou peculiaridade que, segundo especialistas, costuma ser um claro indicador de que nosso filho pode ter altas habilidades: elas possuem um hábito de leitura incomum.
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