Caso brutal: jovem de 21 anos morre após ser estrangulada em motel no Rio

O principal suspeito, ex-namorado da jovem, teria saído do motel e levado a menina ainda com vida até a residência da família; saiba mais

5 mai 2026 - 12h09

O caso envolvendo a morte de Samara Santos de Oliveira, promotora de eventos de 21 anos, causou forte repercussão na Baixada Fluminense. A jovem foi encontrada sem vida após ter sido estrangulada dentro de um motel no Rio, localizado em Belford Roxo, na Região Metropolitana.

Reprodução/Instagram
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Foto: Mais Novela

O principal suspeito do crime, o ex-namorado identificado como Vinícius Castro, de 26 anos, se apresentou à polícia na segunda-feira (4) e agora está à disposição da Justiça.

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Investigação começou após caso ser transferido entre delegacias

Segundo informações da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, a investigação teve início no dia 1º de maio, quando o caso, inicialmente registrado como ocorrência em um motel de Duque de Caxias, foi transferido para a corporação responsável pela apuração.

De acordo com os relatos iniciais, na madrugada do dia do crime, o suspeito teria levado Samara até o motel onde ocorreu o ataque.

Do motel no Rio até a casa da família

Após o episódio dentro do motel, o homem teria levado a jovem até a residência de familiares. No local, a família percebeu a gravidade da situação e a encaminhou imediatamente para atendimento médico. Apesar da tentativa de socorro, Samara chegou à unidade de saúde sem vida.

Suspeito se entregou e está preso

Após o avanço das investigações, Vinícius Castro se apresentou às autoridades e foi encaminhado ao sistema prisional. Ele permanece detido enquanto o caso segue sob análise da polícia. O episódio é investigado como crime violento, e novas diligências devem ser realizadas para esclarecer todos os detalhes da ocorrência.

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Aumento do feminicídio

Vale lembrar que casos de feminicídio continuam apresentando números alarmantes no Brasil, especialmente em São Paulo. A cidade apresentou aumento nos casos de feminicídio e também nas mortes causadas por intervenção policial nos três primeiros meses de 2026, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública.

No período, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 25 horas no estado. Foram registrados 86 casos, o que representa uma alta de 41% em comparação com o primeiro trimestre de 2025 e um aumento de 72% em relação ao mesmo período de 2022, início da atual gestão estadual. Esse é o maior número já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica.

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