Criada por Scott Frank, a minissérie policial da Netflix "Dept. Q" mistura noir nórdico e drama ao longo de nove episódios. A trama acompanha Carl Morck, um detetive brilhante e sarcástico transferido para uma divisão de casos não resolvidos. Indicada ao Emmy pela trilha sonora de Carlos Rafael Rivera, a produção destaca-se principalmente pela atuação carismática do protagonista Matthew Goode, que torna cativante um personagem difícil, consolidando a obra como um suspense imperdível.
Scott Frank é um dos criadores a quem a Netflix mais deve. Ele foi o gênio por trás de 'O Gambito da Rainha', uma das melhores séries da plataforma, e também criou 'Godless', a minissérie que a Netflix levou 10 anos para lançar, um faroeste muito interessante protagonizado por mulheres. O rei das minisséries fez isso de novo com sua mais recente criação: um poderoso thriller policial que parece misturar o noir nórdico com um drama complexo, 'Dept. Q'.
Quando estreou na plataforma, essa se tornou uma das séries mais assistidas, mas outras produções logo a ultrapassaram, provocando um esquecimento injusto até o anúncio das indicações ao Emmy, onde Carlos Rafael Rivera está indicado a Melhor Trilha Sonora Original por sua composição para a série.
'Dept. Q', uma minissérie que poderia ter mais temporadas
Mas, honestamente, o melhor da série não é a trama. Nem mesmo o enredo. O melhor de 'Dept. Q' é o seu carismático protagonista, Matthew Goode, astro de 'Downton Abbey', que consegue o impossível: apesar de ser, objetivamente, um completo idiota, você vai gostar dele.
Ao lado de Goode, estão Chloe Pirrie, Alexej Manvelov, Leah Byrne, Jamie Sives, Kelly Macdonald, Kate Dickie, Mark Bonnar, Shirley Henderson, Tom Bulpett e Michelle Duncan, entre outros.
A história acompanha Carl Morck, um policial brilhante, porém desastroso, ao longo de nove capítulos. Seu sarcasmo afiado o deixou sem amigos na corporação. Após um incidente, ele é transferido para o Departamento Q, uma unidade de casos...
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