Há uma discussão potencialmente polêmica em Hollywood: qual o limite do uso de Inteligência Artificial nos filmes? E mais: esses recursos devem ser revelados ao público?
O Chairman do ‘Golden Globes Tribute Gala Brazil’, João Brasio, defende a moderação.
“Algoritmos não emocionam, humanos sim. E é exatamente por isso que a arte, o cinema e os artistas são e sempre serão insubstituíveis”, afirma.
“Apesar da força e da praticidade do ambiente digital, é fundamental que as pessoas não se limitem a ele. O contato direto com a arte, a cultura e o conhecimento no mundo real proporciona experiências mais autênticas e transformadoras.”
Convidado especial da cerimônia do Oscar, realizada em março em Los Angeles, e anfitrião do evento do Golden Globes no Copacabana Palace, dias depois, ele defende a autenticidade das produções nacionais.
“O cinema brasileiro não é apenas entretenimento, ele é memória, identidade e futuro”, analisa. “Promove algo de valor inestimável: a identidade cultural do país.”
No momento, João Brasio está envolvido na produção de um filme do cineasta David Schurmann, da tradicional família de navegadores e documentaristas Schurmann. Detalhes serão revelados em breve.