Depois de cortes significativos, disputas jurídicas, refilmagens milionárias e anos de atraso na produção, a cinebiografia de Michael Jackson ganha novas polêmicas na semana de sua estreia nos cinemas do Brasil e do mundo. Dirigido por Antoine Fuqua, o projeto se propõe a explorar a vida e a carreira completa da estrela do pop, desde o início de sua trajetória na banda Jackson 5 ao lado dos irmãos, até sua morte precoce em 2009. Porém, graças a impasses legais e a longa duração, grande parte do longa foi engavetado.
E o conteúdo guardado, por outro lado, cobre justamente a parte mais controversa da história do astro, incluindo as acusações de abuso sexual infantil. Ao desviar de temas mais problemáticos, a biografia, produzida em colaboração com o espólio do artista, tem sofrido duras críticas. Uma delas vem do diretor do polêmico documentário Deixando Neverland, que acompanha a vida dos dois homens que afirmaram terem sido molestados por Michael Jackson quando eram crianças.
Diretor de Deixando Neverland acusa Michael Jackson de ser "pior que Jeffrey Epstein"
Numa entrevista para o portal The Hollywood Reporter, Dan Reed não deixou passar sua indignação com o comportamento do público em relação às alegações.
"As pessoas não se importam que ele fosse um pedófilo. Literalmente, as pe…
Artigo original publicado em AdoroCinema
Michael vai ter continuação? Detalhe do filme tem chamado a atenção dos fãs