Matthew Lillard atribui nova fase em Hollywood à nostalgia: 'Ninguém realmente gosta de mim'

Ator de Scooby-Doo e Pânico brinca sobre nova fase na carreira e diz que sucesso atual vem da saudade do público pelos anos 2000

28 abr 2026 - 10h15

Matthew Lillard (Pânico) está vivendo um novo momento em Hollywood mas, segundo ele mesmo, isso tem menos a ver com prestígio e mais com nostalgia. Em entrevista ao podcast Phase Hero, o ator brincou ao tentar explicar por que voltou a ser requisitado na indústria.

Matthew Lillard atribui nova fase em Hollywood à nostalgia 'Ninguém realmente gosta de mim' (Jesse Grant Getty Images for Paramount Pictures)
Matthew Lillard atribui nova fase em Hollywood à nostalgia 'Ninguém realmente gosta de mim' (Jesse Grant Getty Images for Paramount Pictures)
Foto: Rolling Stone Brasil

"Acho que é por isso que estou trabalhando. Não acho que ninguém realmente goste de mim. Eles só sentem falta dos velhos tempos", disse, em tom bem-humorado.

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Conhecido por papéis em franquias como Pânico e Scooby-Doo, Lillard acredita que o atual momento da indústria — repleto de reboots, sequências e revisitações — abriu espaço para que atores associados a sucessos do passado voltassem à cena. Segundo ele, o fenômeno não é isolado: "Existe uma coisa estranha acontecendo, em que as pessoas estão com saudade de outras épocas".

O ator destacou ainda que os filmes de Scooby-Doo são hoje mais populares do que quando foram lançados originalmente. Esse "efeito nostalgia" também ajuda a explicar sua presença em novos projetos, como Five Nights at Freddy's 2, Pânico 7 e a série Demolidor: Renascido.

O ressurgimento da popularidade de Lillard também ganhou força após comentários negativos de Quentin Tarantino em 2025, quando o diretor afirmou que não gostava do trabalho do ator. A declaração acabou gerando uma onda de apoio nas redes sociais e na indústria.

Em entrevistas anteriores, Lillard descreveu a reação do público como uma experiência curiosa: "Foi como viver o próprio velório em vida", disse, ao comentar a enxurrada de mensagens positivas que recebeu. Apesar do tom autodepreciativo, o ator reconhece o carinho do público: "Ninguém é obrigado a gostar de um ator, é uma preferência pessoal. Eu não sou a primeira escolha de todo mundo, mas receber esse tipo de reação foi algo lindo".

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Fonte: EW

Rolling Stone Brasil
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