No Festival do Rio, o cineasta Karim Aïnouz apresentou "Rosebush Pruning", seu segundo longa em inglês, estrelado por nomes como Riley Keough e Elle Fanning. Em entrevista, o diretor afirmou que manteve seu método habitual de ensaios e destacou que a brasilidade da obra se reflete no humor desconfortável e na relação livre com os corpos, revelando grande expectativa pela recepção do público local.
Karim Aïnouz traz ao Brasil Rosebush Pruning, seu segundo longa-metragem em língua inglesa depois de O Jogo da Rainha. No novo filme, o cineasta dirige um elenco internacional que reúne Callum Turner, Riley Keough, Jamie Bell, Elle Fanning, Pamela Anderson e Tracey Letts. O longa teve sua première mundial na competição do Festival de Berlim e chegou ao Brasil como parte da programação do Festival do Rio 2026.
Para Karim trabalhar com estrelas internacionais e em outra língua não significa necessariamente transformar sua maneira de fazer cinema. Em conversa com o AdoroCinema, o diretor explicou por que fez questão de preservar seu método de ensaios e revelou que a principal diferença aparece em algo muito mais sutil.
Também refletiu sobre o que enxerga de particularmente brasileiro em Rosebush Pruning, algo que, para ele, passa pelo humor e por uma relação mais despudorada com os corpos.
O cineasta falou ainda sobre sua relação afetiva com o Festival do Rio, a curiosidade em descobrir como o público brasileiro vai reagir ao humor desconfortável do filme e relembrou como o elenco conseguiu surpreendê-lo durante as filmagens. Confira a entrevista completa.
Entrevista com Karim Aïnouz sobre Rosebush Pruning no Festival do Rio
ADOROCINEMA: Karim, quando você trabalha com um elenco internacional, fil…
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