A atriz Gal Gadot defendeu o uso de inteligência artificial em "Bitcoin", novo filme de Doug Liman, tecnologia aplicada na criação de cenários e iluminação que economizou cerca de 200 milhões de dólares. Apesar de apoiar o recurso técnico, Gadot revelou ter enfrentado seis meses de negociações contratuais para blindar sua atuação de qualquer interferência digital, processo que inclusive serviu de base para o sindicato dos atores (SAG) atualizar as diretrizes de proteção à categoria.
Depois de falar sobre os amargos problemas em sua saída da DC Studios como Mulher-Maravilha, Gal Gadot está alçando novos voos em sua carreira. A atriz que está prestes a lançar Corrida Contra O Tempo no Prime Video fez questão de abordar um tema polêmico em uma recente entrevista: o uso de inteligência artificial nos cinemas.
Gal Gadot defende uso de IA no cinema
Parte do elenco de Bitcoin, novo filme de Doug Liman, a atriz defendeu o uso de inteligência artificial no filme. O recurso foi usado para criar cenários e ajustar a iluminação do projeto, algo que, segundo o produtor Ryan Kavanaugh, economizou cerca de 200 milhões de dólares ao estúdio. "Este foi o contrato mais longo em que já trabalhei", disse a atriz durante uma participação no podcast Happy Sad Confused. "Foram seis meses desde que meus advogados analisaram todos os cenários possíveis em relação ao componente de inteligência artificial."
"Eu não queria que a IA tivesse qualquer influência na minha atuação. Precisávamos proteger isso, a tal ponto que o SAG (Screen Actors Guild) contatou meus advogados para pedir orientações sobre como atualizar o contrato do sindicato para proteger outros atores. Quanto às atuações, sou toda minha", continuou. "Tenho medo da IA, mas vou ter medo e ignorar? Não. Tenho medo, ma…
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