Há décadas, os fatores identificados para prevenir a demência concentravam-se principalmente no trabalho cerebral: maior estimulação mental, mantê-lo exercitado por meio de jogos mentais, ler, fazer palavras cruzadas, iniciar novas atividades… Isso era considerado fundamental para um cérebro mais jovem, mas, nos últimos anos, há cada vez mais estudos que apoiam a ideia de que o exercício de força também influencia, e muito.
Neste vídeo, a instrutora de Pilates Bete Correia propõe uma série de exercícios para as pernas para fortalecer a parte inferior do corpo, que além de nos ajudar em rotinas tão cotidianas como levantar-se de uma cadeira ou subir escadas… também estarão nos protegendo do risco de sofrer de doenças neurodegenerativas.
A importância do exercício de força
E é que a força não se trata apenas de algo físico, mas é a chave para uma melhor qualidade de vida no futuro, tanto em termos de autonomia quanto neurológicos. Com a idade, perdemos massa muscular, algo conhecido como sarcopenia, o que implica não apenas ter menos músculos e, portanto, menor estabilidade, densidade óssea..., mas também afeta o cérebro.
Por quê? Porque, ao praticar exercícios de força, o músculo libera miocinas, que têm um efeito anti-inflamatório, aumentam a plasticidade cerebral, além de otimizar a circulação e, consequentemente, a oxigenação do cérebro e o fun...
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