Um nível de crueldade absurdo: o segredo sombrio por trás das bombas que evaporam pessoas em segundos

Elas teriam sido usadas por Israel, contra civis de Gaza, e Rússia, contra Ucrânia

10 mar 2026 - 10h39
(atualizado às 11h54)
Foto: Xataka

As armas termobáricas, também chamadas de bombas de vácuo ou explosivos de ar-combustível, estão entre os armamentos não nucleares mais destrutivos já desenvolvidos. Capazes de gerar temperaturas extremas e ondas de choque prolongadas, elas são frequentemente alvo de críticas de organizações de direitos humanos devido ao impacto devastador que podem causar, especialmente em áreas urbanas ou espaços confinados.

Diferentemente de explosivos convencionais, que já contêm o oxidante necessário para a reação química, as armas termobáricas utilizam o oxigênio do ar ao redor para amplificar a explosão. Isso permite que praticamente toda a carga da arma seja composta de combustível, tornando a detonação muito mais poderosa em relação ao seu tamanho.

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Como funcionam as temíveis bombas termobáricas

O funcionamento dessas armas ocorre geralmente em duas etapas. Primeiro, uma carga explosiva inicial dispersa o combustível na forma de uma nuvem de aerossol inflamável, que pode penetrar em edifícios, cavernas, trincheiras ou bunkers. Em seguida, uma segunda detonação inflama essa nuvem, produzindo uma bola de fogo gigantesca e uma onda de choque extremamente intensa.

Essa combinação gera dois efeitos principais. O primeiro é uma pressão devastadora, capaz de destruir estruturas e causar danos internos graves em pessoas próximas. O segundo é um fenômeno conhecido como rarefação, quando a pressão cai rapidamente após a explosão, criando um efeito semelhante a um vácuo que pode romper pulmões e...

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