Neste momento, a China é o auge da robótica. Não apenas pelo nível avançado de seus robôs, mas porque já os está colocando para trabalhar em fábricas, lojas e museus. Isso não é teoria, é prática — graças ao apoio governamental e, sobretudo, ao fato de que os componentes necessários para fabricar um robô são produzidos na própria China. Essa vantagem essencial não existe em nenhum outro país.
Há uma grande quantidade de startups de robótica e, embora os humanoides sejam os mais chamativos, são os robôs quadrúpedes que geram dinheiro. Um artigo do SCMP mostra como esses robôs estão se tornando os principais impulsionadores do negócio. A AgiBot é uma dessas empresas e acaba de ampliar seu portfólio com a criação de uma filial — AgiQuad — focada exclusivamente em modelos quadrúpedes.
A justificativa é que eles consideram que isso é o que vai impulsionar o negócio da robótica e não querem que seu cão robô viva "à sombra de um robô humanoide". Ou seja, em vez de lançar sob a mesma marca um robô humanoide e um quadrúpede — e fazer com que os clientes tenham que escolher (e comparar) — preferem garantir que cada ramo do negócio opere um tipo diferente de robô.
A AgiQuad prevê se tornar um negócio de 500 milhões de yuans (cerca de 73 milhões de dólares) ainda este ano, com crescimento até 10 bilhões de yuans até 2030, alcançando 300 mil unidades enviadas anualmente. Por enquanto, afirma que já tem tudo vendido e que continua produzindo unidades porque o estoque está completamente ...
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