A prefeita recém-empossada de uma cidade nas Filipinas, Sally A. Lopez, denunciou um gasto público suspeito de cerca de R$ 840 mil (10 milhões de pesos filipinos) realizado por seu antecessor, Darwin Bajada. A quantia astronômica foi utilizada para adquirir apenas 16 computadores defasados com periféricos e um único servidor. A compra desproporcional revoltou a população local e levantou sérias dúvidas sobre a gestão anterior e a falta de conhecimento técnico no uso dos recursos municipais.
Uma fatura de quase 150.000 € por 16 computadores e um servidor gerando revolta? Este é o caso bizarro que virou assunto, envolvendo uma compra colossal de equipamentos totalmente defasados e levantando sérias dúvidas sobre a gestão de um ex-prefeito.
Quando a política e a informática se encontram sem um intermediário técnico, o resultado pode custar caro. Essa foi a dura lição que uma pequena cidade das Filipinas aprendeu da pior forma: uma história inacreditável de dinheiro público gasto em equipamentos de TI a preços tão desproporcionais que se tornaram suspeitos, denunciada pela prefeita recém-empossada!
Uma fatura de tirar o fôlego
Tudo começou com uma publicação nas redes sociais que caiu como uma verdadeira bomba. Sally A. Lopez, a nova prefeita de um município filipino, descobriu logo ao assumir o cargo uma cobrança para lá de indigesta: 10 milhões de pesos filipinos (o equivalente a cerca de R$ 840 mil) por um "pacote de servidor e sistemas". A despesa havia sido aprovada e liquidada por seu antecessor, Darwin Bajada. Inicialmente, o caso foi noticiado de forma confusa pela imprensa local, com veículos apontando que o valor astronômico correspondia a um único PC. A governante, no entanto, tratou de esclarecer a situação: a quantia cobria, na verdade, 16 computadores com periféricos e apenas um servidor.
Em vez de acalmar a opinião pública, a explicação só colocou mais lenha na fogueira. Questionada sobre a compra, a nova líder municipal não poupou críticas, conforme ...
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