A indústria de hardware passou por uma rápida transformação nas últimas décadas. Equipamentos que antes representavam o ápice do desempenho foram superados por componentes muito mais compactos, acessíveis e eficientes. O principal exemplo é o supercomputador da IBM: há mais de 20 anos, ele se gabava de ser o mais poderoso do mundo.
Tratava-se do BlueGene/L, um sistema composto por milhares de nós que integravam 32.768 processadores e quase 16 TB de armazenamento. Sua capacidade o colocava no topo do ranking TOP500, consolidando sua posição como o computador mais poderoso de sua época. Hoje, o cenário mudou.
Atualmente, a indústria é radicalmente diferente. Uma única placa de vídeo, como a NVIDIA RTX 4090, é capaz de superar esse supercomputador em certos tipos de processamento, como tarefas gráficas, cálculos paralelos e até mesmo análise dimensional. No entanto, ela não consegue superar esse supercomputador em capacidade de armazenamento.
Enquanto o BlueGene/L atingia aproximadamente 70,72 TFLOPS, a RTX 4090 pode ultrapassar 80 TFLOPS e até mesmo se aproximar de 100 TFLOPS em configurações otimizadas. Tudo isso em um componente que cabe dentro de um computador pessoal.
Além disso, a opção oferecida pela NVIDIA não é apenas um componente fundamental para jogos de PC, mas também possui maior acessibilidade para os consumidores em geral. Esse avanço não é um caso isolado. A evolução do hardware tem sido marcada pela miniaturização e pelo aumento do poder de processamento.
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