Ele foi um dos melhores arremessadores do beisebol mundial e hoje viaja o mundo como arqueólogo em busca de relíquias antigas

Após se aposentar, Brad Lidge trocou os estádios pelas escavações e passou a estudar a civilização etrusca

25 set 2026 - 16h39
Resumo
Após encerrar sua carreira na MLB em 2012, o ex-arremessador Brad Lidge trocou o beisebol pela arqueologia, paixão que começou a cultivar ainda quando era atleta profissional. Atualmente, ele participa de escavações na Itália, atua como pesquisador consultor no Museu da Universidade da Pensilvânia e cursa um doutorado focado em símbolos da civilização etrusca, concretizando uma transição profissional que uniu sua curiosidade sobre religiões antigas ao trabalho prático de campo.
iagem produzida por IA do jogador Brad Lidge em um sitio arqueologico
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Foto: gemini / Xataka

Depois de encerrar a carreira no beisebol em 2012, Brad Lidge, um ex-arremessador da MLB, encontrou uma segunda profissão em um lugar bastante diferente dos estádios: os sítios arqueológicos. A antiga paixão por história, que já o acompanhava durante anos, acabou levando o jogador a estudar arqueologia e a participar de escavações na Itália.

Hoje, ele pesquisa a antiga civilização etrusca, atua como pesquisador consultor no Museu de Arqueologia e Antropologia da Universidade da Pensilvânia e também faz doutorado sobre símbolos etruscos. A mudança, no entanto, começou antes mesmo da aposentadoria, quando ele decidiu voltar a estudar e percebeu que queria conhecer o passado de uma maneira mais prática.

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A aposentadoria abriu espaço para uma paixão que já existia

Para Brad Lidge, a relação com a história começou muito antes de virar profissão. Ainda nos anos de beisebol, o jogador começou a estudar novamente e se matriculou em aulas online de estudos religiosos na Universidade Regis. O contato com o tema acabou levando a novas perguntas sobre religiões antigas, diferentes culturas e a origem das sociedades. 

Um encontro com pesquisadores do Museu da Universidade da Pensilvânia também ajudou a aproximá-lo da área. Depois de saberem que o jogador tinha interesse por história mundial, dois egiptólogos o convidaram para conhecer os bastidores do departamento de egiptologia da instituição. A visita reforçou uma ideia que já latejava no coração do jogador: depois do beisebol, ele...

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