Crise do bar: geração Z prioriza lazer "experiencial" baseado no boca a boca

Bares continuam sendo epicentro do lazer, mas algo mudou Geração Z prioriza experiências memoráveis, esteticamente agradáveis ​​e compartilháveis ​​em vez de simplesmente "tomar um drinque"

22 mar 2026 - 14h12
(atualizado às 15h18)
Foto: Xataka

Bares com decoração inspirada na Disney, espaços nos anos 80, cafés onde você pode fazer um lanche ao lado de gatos disponíveis para adoção. As opções para sair são cada vez mais específicas, temáticas e pensadas para surpreender.

Bares têm sido historicamente muito mais do que simples locais de consumo: têm sido pontos de encontro para celebrar e pôr a conversa em dia. E este ritual não desapareceu. O estudo "Tendências e Hábitos de Socialização" indica que bares, restaurantes e cafés são os locais de convívio social preferidos por 79% das pessoas consultadas. Os dados foram levantados na Espanha.

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A preferência também se traduz numa realidade numérica. De acordo com dados do INE (Instituto Nacional de Estatística, da Espanha), existem mais de 163 mil estabelecimentos de bebidas - bares, cafés e pubs - no país, o que representa aproximadamente um estabelecimento para cada 290 habitantes. Por outras palavras: continuamos a sair, continuamos a escolher bares, mas algo está a mudar.

Porque, embora o hábito se mantenha, a forma como decidimos sair e vivenciá-lo está a seguir novos padrões.

"Lazer dos jovens foi reconfigurado"

Ana, 29 — uma das jovens que concordou em falar sobre o tema com o Xataka Espanha, preservando sua identidade — admite que raramente frequenta "bares tradicionais"; na verdade, eles a deixam "bem preguiçosa". Ela acredita que as gerações mais jovens de hoje tendem a preferir um tipo de lazer diferente do que seus pais apreciavam: "No meu grupo de amigos (e em ...

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