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Uso simultâneo de contraceptivos hormonais não sobe eficácia

16 jul 2012 - 10h07
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Engana-se quem imagina que o uso simultâneo de mais de um método anticoncepcional a base de hormônios aumente a segurança contra uma gravidez indesejada. De acordo com Carolina Corsini, colaboradora da disciplina de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) e ginecologista obstetra do Fleury Medicina e Saúde, além de não tornar a contracepção mais eficaz, usar vários métodos com hormônios pode causar trombose, problemas cardíacos, aumento de peso, excesso de acne, alterações no ciclo menstrual e varizes.

Engana-se quem imagina que o uso simultâneo de mais de um método anticoncepcional a base de hormônios aumente a segurança contra uma gravidez indesejada
Engana-se quem imagina que o uso simultâneo de mais de um método anticoncepcional a base de hormônios aumente a segurança contra uma gravidez indesejada
Foto: Dreamstime / Terra


Devido à administração das altas doses hormonais, a fertilidade também pode ser alterada. Mas, segundo a ginecologista, o problema é temporário e deixa de existir algum tempo depois da interrupção do uso das medicações.



A combinação de métodos mais comum, segundo Carolina, é a união pílula anticoncepcional com a contracepção de emergência, mais conhecida como a "pílula do dia seguinte". A pílula emergencial não é indicada como método contínuo.



"Muitas mulheres optam por essa medicação após uma relação desprotegida ou porque se esqueceram de tomar a pílula contraceptiva", relata a ginecologista. "O uso eventual da pílula de emergência não é contraindicado. No entanto, muitas pacientes têm feito essa associação de forma corriqueira, aumentando os riscos de uma gravidez indesejada e levando a complicações que poderiam ser evitadas com o uso correto do anticoncepcional oral e/ou de preservativos", alerta.



Contraceptivos para uso combinado

A combinação de contraceptivos hormonais não é indicada. No entanto, não há riscos quando o hormônio é associado a métodos de outra natureza, como preservativo (masculino e feminino), diafragma, tabelinha, coito interrompido e controle muco cervical.

O preservativo é também uma importante barreira contra as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Por isso, pode - e, em algumas situações, deve - ser aliado a qualquer outro método de contracepção.

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Fonte: Cross Content
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