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Qual é a doença autoimune da ex-BBB Fernanda Keulla que deixou seu rosto inchado?

27 jan 2026 - 11h53
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Fernanda Keulla
Fernanda Keulla
Foto: Reprodução/Instagram

A ex-BBB Fernanda Keulla voltou a falar publicamente sobre sua saúde após receber críticas relacionadas à sua aparência física. Aos 39 anos, a apresentadora participou recentemente do Mesacast e chamou a atenção de internautas por estar com o rosto visivelmente inchado. Diante dos comentários, ela esclareceu que a mudança é consequência do uso de medicamentos para tratar a síndrome de Sjögren, uma doença autoimune.

Nas redes sociais, Fernanda decidiu se posicionar de forma direta e disse: “Gente, boa noite! Antes de irem aos meus posts reclamar da minha aparência, só gostaria de avisar que descobri uma doença autoimune e estou acertando minha medicação, isso faz meu rosto ficar inchado. Um beijo no coração”, escreveu no X, antigo Twitter.

O diagnóstico veio após um período de sintomas persistentes. A ex-BBB relatou que começou a sentir cansaço intenso e dores nas articulações, o que a levou a procurar ajuda médica. Depois de passar por diversos especialistas e realizar exames, ela compartilhou publicamente a descoberta da doença em julho do ano passado.

"O meu organismo ataca o meu próprio organismo. Ela é crônica, não tem cura, mas ela é tratável. Os principais sintomas são secura ocular e das glândulas salivares, que eram sintomas secundários, por isso demorei tanto para poder ter o diagnóstico", explicou na ocasião.

O que é a doença de Sjögren?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a síndrome de Sjögren é uma doença autoimune caracterizada principalmente pela secura dos olhos e da boca. Isso ocorre devido à ação do próprio sistema imunológico, que passa a atacar glândulas responsáveis pela produção de lágrimas e saliva.

Nesse processo, células de defesa chamadas linfócitos invadem glândulas e outros órgãos, provocando inflamação e comprometendo seu funcionamento. Além da secura ocular e oral, os pacientes podem apresentar ressecamento da pele, do nariz e da vagina, além de fadiga, dores articulares e inflamações nas articulações.

Em casos mais complexos, a doença pode afetar outros órgãos, como rins, pulmões, fígado, vasos sanguíneos, pâncreas e até o sistema nervoso central. Embora seja mais comum em mulheres de meia-idade, a síndrome também pode atingir homens e pessoas de diferentes faixas etárias.

Como é feito o tratamento?

A síndrome de Sjögren ainda não tem cura, mas o acompanhamento médico e o diagnóstico precoce fazem grande diferença na qualidade de vida do paciente. O tratamento varia conforme os sintomas e o grau de comprometimento da doença.

Em situações mais leves, quando há apenas secura nos olhos e na boca, podem ser indicados colírios lubrificantes e substitutos de saliva. Já nos casos mais graves, médicos podem recorrer a anti-inflamatórios, corticoides e medicamentos imunossupressores, com o objetivo de controlar a inflamação e prevenir complicações a longo prazo.

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