Esposa de Lito Sousa explica magreza e expressão de doente: 'Não é Mounjaro, é estresse'
Mila Seidl contou aos seguidores que se descuidou nos últimos meses enquanto se dedicava ao marido
Mila Seidl, de 41 anos, atualizou seu perfil no Instagram na noite de terça-feira, 15, para responder a alguns comentários sobre sua fisionomia.
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A empresária, que é casada com o influenciador e ex-piloto de avião Lito Sousa, de 59, contou que até o filho do casal, Malone, de 7, a questionou sobre a 'aparência de doente' e a perda expressiva de peso.
Mila Seidl confessou que, por causa da correria com o marido, diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), se descuidou um pouco de si mesma.
"Meu filho falou que eu estava com cara de doente, porque eu sempre fui muito arrumada, fiz cabelo, maquiagem, sempre muito vaidosa, e agora não estou. Como dá para ver, não faço nada no cabelo mais e nem na unha tem dois meses. Hoje passei um negocinho no olho para ver se passa um pouco essa imagem", começou ela, por meio de vídeos compartilhados nos Stories do Instagram.
"No meio disso tudo, a última coisa que você pensa é em se arrumar. Hoje quis me arrumar para ver o Lito bonitinha. Sobre essa magreza que estou, não é Mounjaro, não. Tem outro nome: estresse. Essa não tem graça. Não tem um gostinho feliz, sabe? Não tem nem roupa que me sirva", continuou ela, mostrando o pescoço visivelmente mais 'magro'.
Saúde de Lito Sousa
A empresária aproveitou a interação com os seguidores para comentar sobre o quadro de saúde do marido, que fará uso de um medicamento experimental em breve.
"Viram que emocionante o vídeo do medicamento sendo trazido de helicóptero pra cá? Foram amigos do Lito e parceiros que ajudaram muito, óbvio, e teve uma liberação mais rápida nos órgãos. Isso acontece todo santo dia, a diferença é que esses bastidores as pessoas não têm visibilidade, mas quase todo dia tem medicamento vindo de fora".
"Estou muito feliz de estar envolvida nisso. É uma parte da história. Dentro de todas as coisas ruins, tem coisas boas e a gente precisa olhar e entender. [A coisa boa] é a possibilidade de trazer esses tratamentos para o Brasil para [ajudar] outras pessoas e de estudos serem feitos no Brasil. Sendo bem sincera, isso não seria viável se não tivesse tido todo esse alcance da história do Lito".
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