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Câncer de testículo pode ser silencioso e afetar a fertilidade

Especialistas alertam para diagnóstico precoce e riscos para a fertilidade

2 abr 2026 - 16h54
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O câncer de testículo é considerado raro. Ainda assim, ele é o tipo mais comum entre homens jovens. A doença pode surgir de forma silenciosa e afetar a fertilidade.

Câncer de testículo pode surgir sem sintomas e afetar a fertilidade masculina
Câncer de testículo pode surgir sem sintomas e afetar a fertilidade masculina
Foto: Divulgação / Saúde em Dia

Segundo especialistas, a conscientização é essencial. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura e reduz impactos.

Câncer de testículo pode comprometer a fertilidade

Apesar das altas taxas de cura, o problema pode afetar a produção de espermatozoides. O tratamento também pode influenciar a fertilidade masculina.

"Apesar das altas taxas de cura, seu impacto pode ser significativo, especialmente em relação à fertilidade masculina, tornando fundamental a conscientização sobre a doença", explica o oncologista Dr. Ramon Andrade de Mello.

O especialista alerta que a própria doença pode prejudicar a fertilidade. Procedimentos como quimioterapia e radioterapia também podem contribuir.

"A própria doença pode comprometer a produção de espermatozoides, e os tratamentos podem levar à infertilidade temporária ou permanente", afirma o médico.

Doença pode não apresentar sintomas no início

Nos estágios iniciais, o câncer de testículo pode não causar sinais claros. Isso dificulta a identificação precoce.

Com a progressão, alguns sintomas podem aparecer. Entre eles estão aumento do volume testicular e presença de nódulo indolor. Também podem ocorrer sensação de peso na região. Desconforto abdominal e dor leve são outros sinais possíveis.

"Como esses sintomas podem ser confundidos com outras condições, muitos homens demoram a buscar avaliação médica", alerta o especialista.

Principais fatores de risco

Alguns fatores podem aumentar as chances da doença:

  • Histórico familiar.
  • Criptorquidia (testículo não descendido).
  • Síndrome de Klinefelter.
  • Exposição a substâncias químicas ou radiação.

Mesmo assim, muitos casos surgem sem causa aparente.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico envolve exame físico e ultrassonografia. Exames de sangue também ajudam na avaliação.

A confirmação ocorre após a retirada cirúrgica do testículo afetado. Esse procedimento é chamado orquiectomia.

A cirurgia é a primeira forma de tratamento. Em alguns casos, quimioterapia ou radioterapia podem ser necessárias.

Congelamento de sêmen pode preservar fertilidade

Antes do tratamento, especialistas recomendam a criopreservação. O congelamento do sêmen ajuda a manter a possibilidade de ter filhos.

"O congelamento de sêmen é um procedimento seguro, e os espermatozoides podem ser preservados por décadas", explica o especialista em reprodução humana Dr. Rodrigo Rosa.

Confira também: "2,4 milhões de pessoas com autismo: veja como apoiar filhos em cada fase".

Importância do autoexame

O autoexame testicular pode ajudar na detecção precoce. A recomendação é observar alterações regularmente.

"Caso qualquer alteração suspeita seja notada, é imprescindível buscar atendimento médico rapidamente", reforça o oncologista.

A avaliação médica é essencial. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura.

Saúde em Dia
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