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Bicho-geográfico: cuidados essenciais para a prevenção

Bicho-geográfico: cuidados essenciais para a prevenção O bicho-geográfico, também conhecido como larva migrans cutânea, é uma infecção de pele. Larvas de parasitas presentes, principalmente, nas fezes de cães e gatos causam esse problema. Essas larvas ficam na areia ou na terra úmida e penetram na pele humana. Assim, elas provocam coceira intensa e um desenho avermelhado […]

7 jan 2026 - 11h03
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Bicho-geográfico: cuidados essenciais para a prevenção

O bicho-geográfico, também conhecido como larva migrans cutânea, é uma infecção de pele. Larvas de parasitas presentes, principalmente, nas fezes de cães e gatos causam esse problema. Essas larvas ficam na areia ou na terra úmida e penetram na pele humana. Assim, elas provocam coceira intensa e um desenho avermelhado que parece um "caminho". Por isso, entender como se proteger se torna fundamental para evitar esse problema, especialmente em regiões de praia ou locais com muitos animais.

A transmissão ocorre quando a pele entra em contato direto com solo ou areia contaminados. Crianças e adolescentes costumam se expor mais, porque passam mais tempo brincando no chão, em parques, quintais e praias. A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito e atenção à higiene dos animais domésticos já reduzem bastante o risco de pegar bicho-geográfico.

A transmissão ocorre quando a pele entra em contato direto com solo ou areia contaminados
A transmissão ocorre quando a pele entra em contato direto com solo ou areia contaminados
Foto: Giro 10

Por que não andar descalço em areia ou terra?

Um dos cuidados mais importantes envolve evitar andar descalço em locais com possível presença de fezes de animais, como praias, terrenos baldios, praças ou canteiros. Nesses ambientes, as larvas dos parasitas podem permanecer escondidas na camada superficial da areia ou da terra, invisíveis a olho nu. Quando alguém pisa descalço, a pele das plantas dos pés fica exposta e as larvas penetram com facilidade.

Esse risco não se limita a áreas de lazer. Quintais com chão de terra ou areia, onde cães e gatos circulam e fazem suas necessidades, também funcionam como fonte de contaminação. Assim, o uso de chinelos, sandálias ou outro tipo de calçado fechado cria uma barreira física entre a pele e o solo potencialmente contaminado.

Em atividades esportivas na praia ou em campos de areia, o cuidado deve aumentar. Sempre que possível, a pessoa deve usar calçados específicos para areia ou, ao menos, limitar o tempo de contato direto com o solo. Em seguida, precisa lavar bem os pés após a atividade com água e sabão.

Como se proteger na praia do bicho-geográfico?

Na praia, o risco de bicho-geográfico costuma aumentar em áreas onde animais circulam com frequência. Para reduzir a exposição, recomenda-se evitar deitar ou sentar diretamente na areia. O uso de toalhas, cangas ou esteiras cria uma proteção simples, mas eficaz, entre a pele e o local com possíveis larvas.

Ao escolher um lugar para ficar, a pessoa deve observar se há fezes de animais por perto ou marcas de cães e gatos circulando. Em caso de dúvida, muitas pessoas preferem se afastar de áreas próximas a muros, dunas ou cantos mais isolados, onde animais costumam fazer suas necessidades. Depois do banho de mar ou de brincar na areia, recomenda-se enxaguar bem o corpo. Além disso, ao chegar em casa, a pessoa deve tomar banho com sabonete, dando atenção especial aos pés, mãos e pernas.

  • Usar toalha, canga ou esteira sempre que for se sentar ou deitar na areia.
  • Evitar ficar em locais com presença de fezes de animais.
  • Manter os pés protegidos sempre que possível.
  • Higienizar o corpo após o contato com areia ou terra.

Qual o papel de cães, gatos e da vermifugação na prevenção?

Cães e gatos podem carregar os vermes que produzem as larvas responsáveis pelo bicho-geográfico. Quando esses animais não recebem vermifugação regular, aumenta a chance de eles eliminarem ovos de parasitas nas fezes, contaminando o ambiente. Por isso, a responsabilidade com a saúde dos animais domésticos se torna uma das principais formas de proteção para toda a comunidade.

A orientação mais comum indica que os animais passem por avaliação periódica com um médico-veterinário, que define o melhor esquema de vermífugo, de acordo com idade, porte e condições de saúde. Além da medicação, o tutor deve recolher as fezes dos animais em passeios e descartá-las em lixo adequado. Dessa forma, evita que elas permaneçam espalhadas em calçadas, praças e praias.

  1. Levar cães e gatos ao veterinário para avaliação de rotina.
  2. Administrar vermífugos conforme a orientação profissional.
  3. Recolher sempre as fezes dos animais em locais públicos e privados.
  4. Manter áreas de convivência dos animais limpas e secas.

Higiene, limpeza de ambientes e prevenção do bicho-geográfico

higiene pessoal e a limpeza dos ambientes completam o conjunto de cuidados contra o bicho-geográfico. Lavar bem as mãos, os pés e outras partes do corpo que tiveram contato com areia ou terra diminui a chance de as larvas permanecerem na pele. Em casas com quintal, recomenda-se retirar fezes de animais diariamente e, quando possível, destinar um local específico para que eles façam suas necessidades.

Escolas, creches, clubes e condomínios que possuem áreas de areia para recreação também exercem papel importante. A manutenção periódica desses espaços, o controle de acesso de animais e a orientação às famílias sobre o uso de calçados e toalhas ajudam a reduzir a circulação do parasita. Além disso, campanhas educativas esclarecem sintomas típicos, como coceira intensa e trilhas avermelhadas na pele. Assim, a combinação de informação, hábitos de higiene e cuidado com os animais torna a prevenção do bicho-geográfico mais eficiente e acessível para estudantes e suas famílias.

Foto: The American Journal of Tropical Medicine and Hygiene 99, 2 / Giro 10
Giro 10
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