Embora muitas pessoas considerem alguns animais "feios" por causa de características como pele enrugada, olhos pequenos ou formas incomuns. Porém, essas características são fundamentais para facilitar a alimentação, a reprodução, a defesa contra predadores e a adaptação aos mais diversos ambientes. Veja agora uma lista com os bichos mais "feios" da natureza!
Embora muitas pessoas considerem alguns animais "feios" por causa de características como pele enrugada, olhos pequenos ou formas incomuns. Porém, essas características são fundamentais para facilitar a alimentação, a reprodução, a defesa contra predadores e a adaptação aos mais diversos ambientes. Veja agora uma lista com os bichos mais "feios" da natureza!
Ai-ai (Daubentonia madagascariensis): Endêmico de Madagascar, esse primata noturno utiliza seu dedo extremamente fino e comprido para encontrar larvas escondidas sob a madeira. Atualmente, a destruição das florestas e crenças populares ameaçam sua sobrevivência.
Foto: Flickr - nomis-simon / Flipar
Macaco-narigudo (Nasalis larvatus): Habitante das florestas de Bornéu, este macaco se destaca pelo grande nariz dos machos, que influencia a atração de fêmeas. Ele também atravessa rios com facilidade graças às membranas entre os dedos.
Foto: Wikimedia Commons/Charles J. Sharp / Flipar
Rato-toupeira-pelado (Heterocephalus glaber): Esse pequeno roedor de pele enrugada vive em colônias subterrâneas na África e desperta o interesse da ciência por sua longevidade e rara resistência ao câncer e à falta de oxigênio.
Foto: Wikimedia Commons/Roman Klementschitz, Wien / Flipar
Peixe-bolha (Psychrolutes marcidus): Também conhecido como peixe-gota, esse peixe é famoso pela aparência incomum fora d'água. Por viver em grandes profundidades, seu corpo macio suporta a enorme pressão do oceano sem dificuldades.
Foto: Domínio Público/NOAA / Flipar
Tubarão-duende (Mitsukurina owstoni): Morador das profundezas marinhas, este tubarão possui um focinho alongado repleto de sensores e mandíbulas que são capazes de se projetar rapidamente para capturar presas desprevenidas.
Foto: Reprodução / Flipar
Sapo-roxo (Nasikabatrachus sahyadrensis): Quase toda a vida desse anfíbio acontece sob a terra. Seu corpo arredondado e suas patas fortes permitem escavar o solo com grande eficiência. A espécie é rara e nativa do sul da Índia.
Foto: Wikimedia Commons/David V. Raju / Flipar
Javali-africano (Phacochoerus): Muito comum nas savanas africanas, esse javali possui verrugas faciais e presas curvas que servem como armas de defesa. Alimenta-se principalmente de raízes, frutos, gramíneas e pequenos animais, apesar da aparência intimidadora.
Foto: Wikimedia Commons/Charles J. Sharp / Flipar
Uacari-careca (Cacajao calvus): Esse primata amazônico chama atenção pelo rosto vermelho vivo, sinal de boa saúde e importante na escolha de parceiros. Vive em grupos nas florestas alagadas da Amazônia e está ameaçado devido à destruição do habitat.
Foto: Flickr - Aaron Martin / Flipar
Morcego-martelo (Hypsignathus monstrosus): Espécie encontrada na África Central e Ocidental, cujos machos têm a cabeça muito maior que a das fêmeas. Essa adaptação amplia o som de seus chamados durante o acasalamento, aumentando as chances de reprodução.
Foto: Wikimedia Commons/Sarah H. Olson / Flipar
Tartaruga-aligátor (Macrochelys temminckii): Essa é a maior tartaruga de água doce natural da América do Norte. A espécie pode ultrapassar 100 quilos! Em vez de perseguir peixes, ela permanece imóvel e usa uma pequena estrutura na língua como isca para atrair as presas.
Foto: Wikimedia Commons/Shoushan Zoo / Flipar
Cegonha-marabu (Leptoptilos crumeniferus): Conhecida popularmente como "ave coveira", se alimenta principalmente de carcaças e ajuda a evitar o acúmulo de matéria orgânica na natureza. Sua cabeça calva evita que suas penas fiquem sujas enquanto come.
Foto: Wikimedia Commons/Charles J. Sharp / Flipar
Morsa (Odobenus rosmarus): Habitante conhecida das regiões geladas do Ártico, utiliza as longas presas para subir no gelo, disputar território e se defender. Seus sensíveis bigodes ajudam a identificar moluscos e outros alimentos escondidos no fundo do mar.
Foto: Stefan Brending/Lizenz: Creative Commons CC-BY-SA-3.0 / Flipar
Salamandra-gigante-chinesa (Andrias davidianus): Este que é considerado o maior anfíbio do mundo não possui guelras nem pulmões eficientes na fase adulta, respirando majoritariamente através de sua pele enrugada. Além disso, vive em rios frios e utiliza receptores espalhados pela pele para localizar presas mesmo em águas turvas
Foto: Wikimedia Commons/Petr Hamerník / Flipar
Antílope-saiga (Saiga tatarica): Nativo das estepes da Ásia Central, essa espécie de antílope sobrevivente da era do gelo possui um nariz gigante e flexível que aquece o ar no inverno e filtra poeira durante o verão. A espécie enfrenta forte declínio populacional devido à caça e às doenças.
Foto: Wikimedia Commons/Andrey Giljov / Flipar
Tubarão-martelo-gigante (Sphyrna mokarran): Maior representante dos tubarões-martelo, pode ultrapassar seis metros de comprimento. Sua cabeça achatada amplia o campo de visão e concentra sensores elétricos extremamente eficientes para localizar presas escondidas.
Foto: Reprodução/National Geographic / Flipar
Condor-da-Califórnia (Gymnogyps californianus): Uma das aves mais raras do mundo e a maior ave terrestre da América do Norte, a espécie é capaz de voar por centenas de quilômetros em um único dia quase sem bater as asas. Após quase desaparecer na natureza, passou por programas de reprodução que ajudaram a recuperar sua população.
Foto: Flickr - Stacy / Flipar
Porco-vietnamita-de-barriga-grande: Originário do Sudeste Asiático, tornou-se conhecido pela barriga saliente, coluna curvada, pernas curtas e comportamento dócil. Em vários países, também ganhou popularidade como animal de estimação.
Foto: Wikimedia Commons/Alvesgaspar / Flipar
Peixe-morcego-de-lábios-vermelhos (Ogcocephalus darwini): Espécie típica das Ilhas Galápagos, costuma se deslocar pelo fundo do mar apoiado nas nadadeiras em vez de nadar longas distâncias. Seus lábios vermelhos intensos ajudam na identificação entre indivíduos da espécie.
Foto: iNaturalist/Georgina Jones / Flipar
Lagarta da borboleta-cauda-de-andorinha-gigante (Heraclides thoas ou Papilio cresphontes): Durante boa parte do desenvolvimento, imita fezes de pássaros para escapar de predadores. Quando se sente ameaçada, expõe um órgão alaranjado que libera odores fortes para afastar possíveis ataques.
Toupeira-nariz-de-estrela (Condylura cristata): O focinho dessa toupeira é cheio de receptores sensoriais (cerca de 25 mil), o que a torna um dos animais com o tato mais aguçado do reino animal. Essa adaptação permite localizar alimentos em frações de segundo, mesmo na completa escuridão.
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