A fuga de sete emas em uma região da Alemanha virou dor de cabeça para a gestão pública do estado de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental.
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A fuga de sete emas em uma região da Alemanha virou dor de cabeça para a gestão pública do estado de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental.
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O pequeno grupo escapou de um cercado privado no fim dos anos 1990, na região de Schleswig-Holstein.
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Porém, o que parecia algo inofensivo deu origem a uma população que hoje chega a cerca de 450 aves no norte do país.
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Hoje, as emas ocupam uma área de aproximadamente 100 km², caracterizada por grandes campos agrícolas e áreas arborizadas.
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O crescimento rápido ocorreu porque as aves encontraram poucas ameaças naturais e uma vasta disponibilidade de alimento.
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Adaptadas a campos abertos, as emas se deslocam por quilômetros diariamente, o que dificulta sua contenção.
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Apesar de acontecerem alguns atropelamentos em estradas rurais, a população de emas continua a crescer.
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A presença deixou de ser curiosidade turística e virou questão de gestão pública. Agricultores relatam devastação de colheitas — estima-se um prejuízo de 100 euros por ave.
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Plantações de beterrabas e áreas jovens da planta colza são os principais alvos das emas.
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Embora não haja prova conclusiva de dano à biodiversidade local (como predação de insetos nativos), a espécie é vista por muitos como invasora.
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Por outro lado, as aves tornaram-se uma atração para fotógrafos e curiosos, gerando uma espécie de “safári rural”.
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Diante do conflito, o estado incluiu as emas na legislação de caça, permitindo abates controlados como ferramenta para reduzir a população — não erradicá-la.
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As emas são aves grandes e não voadoras nativas da América do Sul, especialmente comuns no Brasil, Argentina e Uruguai.
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Podem atingir até 1,70 metro de altura e pesar mais de 30 quilos, sendo conhecidas pelo pescoço longo, pernas fortes e plumagem acinzentada.