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Óleo de raiz de Hinoki melhora qualidade do sono e reduz despertares noturnos, mostra estudo

Pesquisa da Universidade de Kyushu avalia uso do aroma em ambiente doméstico e identifica aumento na atividade de ondas delta ao adormecer

6 out 2026 - 16h36
(atualizado às 16h39)
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Resumo
Estudo da Universidade de Kyushu revela que o aroma do óleo de raiz de Hinoki melhora a qualidade do sono, reduz despertares noturnos e aumenta a sensação de descanso ao acordar.

Um novo estudo publicado no Journal of Wood Science aponta que o óleo essencial das raízes de Hinoki, uma árvore japonesa, pode ser um aliado natural contra a insônia. Pesquisadores observaram que mulheres que inalaram o aroma durante duas semanas acordaram menos durante a noite e relataram sentir-se mais descansadas ao amanhecer.

Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra

Conduzida pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Kyushu, no Japão, a pesquisa investigou o potencial aromático do cipreste japonês (Chamaecyparis obtusa), cujas raízes costumam ser descartadas após o corte de madeira comercial.

O experimento contou com a participação de 12 mulheres japonesas com idades entre 35 e 60 anos em delineamento cruzado simples-cego. Cada participante colocou três gotas da substância em um copo de papel, inalou o aroma por dez segundos antes de deitar e manteve o recipiente posicionado a cerca de 30 centímetros do nariz ao longo da noite.

O monitoramento combinou o uso de faixas cranianas para registrar as ondas cerebrais, relógios inteligentes para registrar interrupções no repouso e questionários diários preenchidos a cada manhã.

Os dados revelaram que, após sete dias de uso contínuo, ocorreu um aumento na atividade de ondas delta no momento de adormecer, padrão associado à transição para estágios mais profundos do sono. No 13º dia de testes, os relatos apontaram alívio na fadiga matinal em relação aos períodos em que as voluntárias usaram o controle sem fragrância.

De acordo com o Professor Associado Kuniyoshi Shimizu, a combinação de métricas fisiológicas e avaliações subjetivas em quartos reais permitiu verificar o efeito positivo na continuidade do repouso. O pesquisador indicou que novos estudos serão necessários para definir formulações e dosagens ideais antes da criação de produtos comerciais baseados em resíduos florestais.

TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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