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O que se sabe sobre variante XFG da Covid-19, que teve os primeiros casos no Brasil?

A linhagem XFG chama atenção por ser resultado da recombinação entre duas variantes anteriores, demonstrando mais uma vez a capacidade do coronavírus de se modificar

8 jul 2025 - 14h21
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O Brasil registrou os primeiros casos da variante XFG da Covid-19. Foram oito casos até o momento. Este ano, o Brasil presencia o crescimento desta variante do coronavírus. Trata-se de uma linhagem que começa a se destacar entre as existentes no cenário global e, por isso, preocupa autoridades. A detecção recente dessa versão em alguns estados intensificou o rastreamento epidemiológico e ampliou discussões acerca dos impactos potenciais para a saúde coletiva. Segundo informações divulgadas pelas autoridades de saúde, até o momento não foram identificadas mudanças significativas no padrão clínico apresentado pelos infectados.

Brasil registra 1º caso de nova variante XFG da Covid
Brasil registra 1º caso de nova variante XFG da Covid
Foto: depositphotos.com / AndrewLozovyi / Bons Fluidos

Apesar de sua disseminação acelerada, a XFG apresenta sintomas similares aos das outras linhagens do SARS-CoV-2, com destaque para manifestações respiratórias de menor gravidade. As instituições responsáveis pelo acompanhamento da pandemia no Brasil reforçam que a vacinação segue sendo o principal mecanismo de prevenção contra quadros severos e mortes causadas pelo vírus.

Como a variante XFG foi identificada e qual o seu impacto?

A linhagem XFG chama atenção por ser resultado da recombinação entre duas variantes anteriores, demonstrando mais uma vez a capacidade do coronavírus de se modificar. Desde janeiro, ocorre uma análise pelo conjunto de vigilância internacional. Desde então, órgãos como a OMS classificaram essa subvariante como 'sob observação', devido ao seu potencial de propagação em níveis acima de outras linhagens concorrentes.

Contudo, apesar do aumento nos índices de circulação, os casos documentados até o momento não evidenciaram agravamento nos sintomas e tampouco alteração significativa quanto à hospitalização. Por isso, em linhas gerais, além de coriza e desconfortos leves, não surgiram sinais de maior risco pulmonar dos infectados com a XFG, comparando-se com episódios relacionados à Ômicron e suas anteriores ramificações.

Uma das principais dúvidas de profissionais e da população tem sido a respeito da eficácia das vacinas diante de novas variantes de Covid-19. Até o momento, instituições de referência internacional, como a OMS, apontam que não há perda de proteção vacinal contra formas graves da doença. As doses em uso atualmente continuam sendo recomendadas em todos os protocolos de imunização, especialmente para quem se enquadra nos grupos mais sensíveis.

  • Gestantes devem receber imunizante a cada nova gestação;
  • Idosos a partir de 60 anos necessitam receber reforços a cada semestre;
  • Crianças pequenas cumprem o calendário específico segundo a orientação do Ministério da Saúde;
  • Pessoas de grupos prioritários, como as imunocomprometidas, também mantêm esquemas diferenciados de reforço.

Como prevenir a infecção?

Autoridades de saúde afirmam que a continuidade das campanhas de vacinação é fundamental para frear a circulação do coronavírus. Desta forma, é possível  reduzir drasticamente o número de internações e mortes, inclusive em períodos de surgimento de mutações como a XFG.

Por fim, o monitoramento da variante XFG é  constante. Assim, laboratórios nacionais e internacionais reforçam a análise genética do SARS-CoV-2 para detectar com rapidez alterações em sua estrutura. Além disso, o monitoramento frequente por parte de secretarias estaduais, aliado a painéis de dados nacionais, permite respostas rápidas em caso de aumento repentino na incidência ou gravidade dos casos associados à nova linhagem.

Bons Fluidos
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