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No aniversário de Gal Costa, relembre relato sobre adoção: 'Amor incondicional'

Cantora adotou Gabriel em 2007, quando ele tinha 2 anos, e contou em entrevistas como a chegada do filho transformou sua visão sobre a maternidade

26 set 2026 - 07h11
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Resumo
No aniversário de Gal Costa, recorda-se a realização de seu grande sonho: a maternidade. Impossibilitada de engravidar biologicamente, a cantora superou preconceitos e adotou Gabriel, em 2007, aos dois anos de idade. Descrevendo a relação como um amor incondicional e imediato, Gal transformou a criação do filho em sua principal missão de vida ao lado da música, destacando a forte conexão afetiva entre os dois e a precoce veia musical do menino, a quem presenteou com um violão.

Neste sábado (26), Gal Costa completaria 81 anos. Em vida, além da trajetória que construiu na música brasileira, a cantora costumava falar publicamente sobre uma realização que desejou durante muitos anos: tornar-se mãe. Em entrevista ao programa 'Por Acaso no Rival', por exemplo, ela abordou a adoção de Gabriel Penna Burgos Costa e a a mudança na forma como passou a enxergar a maternidade.

Gal Costa adotou Gabriel em 2007, e contou em entrevistas como a chegada do filho transformou sua visão sobre a maternidade
Gal Costa adotou Gabriel em 2007, e contou em entrevistas como a chegada do filho transformou sua visão sobre a maternidade
Foto: Reprodução/Instagram/@galcosta / Bons Fluidos

"É uma ligação de amor incondicional. Sempre tive vontade de ter filho, era o meu grande sonho na vida, mas eu não pude porque tenho as trompas obstruídas. Então, não pude por uma deficiência física mesmo. Minha mãe queria muito que eu adotasse, mas eu achava que filho tinha que ser parido, e não é nada disso", detalhou.

Gal Costa e nova forma de viver a maternidade

A transformação dessa perspectiva, então, aconteceu quando a cantora decidiu procurar uma criança para adotar. Em 2007, Gabriel, então com 2 anos, passou a fazer parte de sua família. Gal contou que a identificação surgiu já no primeiro encontro.

"Quando eu vi, ele é a cara da família do meu pai. Eu fiquei tão impressionada [...] Foi uma simbiose, um negócio tão bonito. Eu me encantei por ele, me apaixonei por ele e eu amo ele profundamente, mais do que se eu tivesse parido. É uma ligação de amor incondicional", reforçou.

A maternidade também ganhou um espaço central em suas prioridades. Sem abandonar a música, Gal dizia enxergar a criação do filho como outra missão importante de sua vida.

"Eu tenho a minha missão, que é o meu canto, é o meu trabalho, que eu quero continuar ainda muito tempo, e tenho uma missão de criar o meu filho, que é o meu amor. Tudo que eu faço é para ele agora", detalhou.

Música também fazia parte da relação entre mãe e filho

Ao falar sobre Gabriel, Gal também destacava a facilidade que percebia nele para reconhecer ritmos, reproduzir melodias e aprender canções. A cantora chegou a imaginar que o filho poderia seguir um caminho parecido com o dela e contou, bem-humorada, que já havia presenteado o menino com um violão.

Gabriel, porém, tinha outra resposta naquele momento: "Eu não vou ser músico." Gal, por fim, brincou: "Mas ele vai, sim. Ele já me pediu um violão, eu dei. Ele vai porque eu intuo isso, sabe?"

Bons Fluidos
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