Um grande painel com os nomes e os números de escravos que trabalharam no local impressiona. A lista, encabeçada por João Carpinteiro, pardo, 34 annos, descreve outros pretos, africannos e, tal qual a escritura de imóvel, escravos e bens móveis de 1885 da antiga Fazenda Japão (como a Capoava foi chamada no período)