Melasma: especialista revela que clima ameno e a menor exposição solar no inverno favorecem tratamentos; veja como cuidar da pele
Especialista explica causas da condição, alternativas naturais e como cuidar da pele e evitar o agravamento das manchas
A chegada do inverno marca uma janela estratégica para quem convive com o melasma, condição caracterizada por manchas escuras na pele, principalmente no rosto. O clima mais ameno e a menor exposição solar favorecem o início de tratamentos com menor risco de agravamento das manchas, o que costuma ocorrer nos períodos mais quentes.
A esteticista e dermaticista Patrícia Elias, referência no tratamento de melasma, explica que a condição é desencadeada por diversos fatores, como alterações hormonais, uso de anticoncepcionais, exposição em excesso ao calor (incluindo o de eletrodomésticos como secador e forno), estresse excessivo pois aumenta a produção de cortisol gerando inflação no organismo e medicamentos que afetam o fígado.
"O melasma se manifesta como áreas de hiperpigmentação com bordas bem definidas e irregulares. Costuma surgir nas regiões mais expostas ao sol, como testa, bochechas, queixo, nariz e buço", afirma Patrícia.
A especialista enfatiza que embora os tratamentos convencionais incluam ativos despigmentantes como a hidroquinona, conhecida por inibir a produção de melanina, seu uso contínuo pode causar efeito rebote, levando ao retorno ainda mais intenso das manchas quando a pele é novamente exposta à radiação solar.
E é justamente o excesso de sol um dos principais vilões e, ao mesmo tempo, aliados no processo de recuperação da pele. Em entrevista recente, a modelo Isabella Fiorentino, 48 anos, surpreendeu ao afirmar que trata seu melasma com sol, ativos naturais e q...
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