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Há décadas a ciência busca descobrir qual é a melhor hora para dormir e parece estar perto de encontrar uma resposta

Hábitos noturnos podem influenciar a qualidade de nosso sono; entenda mais

1 out 2025 - 11h35
(atualizado às 13h59)
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andreswd/Gettyimages
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Foto: Minha Vida

A falta de descanso está associada a alterações imunológicas, metabólicas, cardiovasculares, emocionais e cognitivas, além de estar ligada a doenças como diabetes e obesidade. Dormir pouco não só nos deixa mais cansados e irritados, como também eleva os níveis de estresse, aumenta a propensão a assumir riscos e favorece erros no dia a dia.

Mas afinal, o que significa "dormir pouco"? Embora as necessidades variem de pessoa para pessoa, todas as associações médicas especializadas em sono recomendam entre sete e oito horas de descanso por noite.

Outro dado preocupante: 75% dos espanhóis acordam pelo menos uma vez durante a noite e três em cada dez afirmam sofrer de insônia. Para piorar, pesquisas indicam que tendemos a acreditar que dormimos melhor do que realmente dormimos. Ou seja, a situação pode ser ainda mais grave do que parece.

As recomendações para melhorar a "higiene do sono" já são bem conhecidas:

  • Cuidar da alimentação: manter uma dieta equilibrada, jantar de forma leve e limitar o consumo de cafeína, álcool e outras substâncias estimulantes.
  • Criar um ambiente adequado: manter o quarto tranquilo, agradável, pouco iluminado e com temperatura confortável.
  • Praticar exercícios de forma estratégica: fazer atividades físicas regularmente, mas sempre algumas horas antes de dormir.
  • Estabelecer horários regulares: sempre que possível, dormir e acordar nos mesmos horários, inclusive nos finais de semana.

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