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Cuidado com o cotovelo: pequenos traumas podem afetar os nervos

Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) alerta sobre os riscos de bater a articulação

18 set 2025 - 18h16
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Nosso corpo possui uma complexa rede de nervos que levam os estímulos elétricos para a movimentação da musculatura. Entre eles, o nervo ulnar - localizado próximo à superfície da pele no cotovelo - é especialmente vulnerável a pequenos traumas do dia a dia.

O corpo possui uma complexa rede de nervos que levam os estímulos elétricos para a movimentação da musculatura, entre eles, um no cotovelo
O corpo possui uma complexa rede de nervos que levam os estímulos elétricos para a movimentação da musculatura, entre eles, um no cotovelo
Foto: depositphotos.com / bossboontub / Bons Fluidos

Cuidados com o nervo ulnar, no cotovelo

"O nervo ulnar, com frequência, é vítima de pequenos traumas durante atividades rotineiras. Isso causa uma sensação de choque que irradia do cotovelo até a face medial da mão, atingindo o quarto e o quinto dedos", fala o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Marcelo Campos.

Embora muitas vezes esses impactos sejam leves e os sintomas passageiros, traumas intensos podem causar lesões mais graves, exigindo, em alguns casos, intervenção cirúrgica. "É fundamental ficar atento: alterações de sensibilidade na mão, dor ou diminuição de força podem indicar uma síndrome compressiva do nervo, e a avaliação médica precoce é essencial", alerta o especialista.

Além disso, o presidente da SBCOC ressalta que nem sempre é necessário um trauma para o surgimento do problema. "Formigamento ou dormência sem motivo aparente pode ser sinal de síndrome compressiva de nervos, que pode afetar o nervo ulnar, radial ou mediano, prejudicando a função da mão".

Como prevenir?

A prevenção é simples, mas eficaz: evitar impactos repetitivos, proteger a região do cotovelo e buscar atendimento médico imediato ao surgirem sintomas. "Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, menores são as chances de precisar de cirurgia", explica o ortopedista.

O especialista alerta ainda para o risco de sequelas permanentes. "Toda vez que falamos de síndromes compressivas nervosas, é preciso lembrar que o atraso no tratamento pode levar a danos definitivos no membro afetado", fala. "Cuidar do cotovelo é mais do que evitar dor momentânea: é proteger a função dos nervos, prevenindo complicações que podem afetar a rotina e a qualidade de vida", conclui.

*Matéria feita em parceria com Raquel Pantaleão, da Predicado Comunicação

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